Correspondem a 50

A quantos graus fahrenheit correspondem 50°c? 2 Ver respostas AragonLawson AragonLawson Correspondem a 122F A formula para converter Cº para F é: C = 50°C C/ 5 = (F - 32) / 9 50/5=(F-32)/9 10=(F-32)/9 9*10=F-32 90=F-32 90 +32=F F=122. guilhermeRL guilhermeRL Boa Noite! _____ TC/5=TF-32/9. 50/5=TF-32/9 ... Volume unit conversion between deciliter and milliliter, milliliter to deciliter conversion in batch, dL mL conversion chart Conversor: Pixel ⇔ Centímetros ⇔ Milímetros ⇔ DPI ⇔ PPI ⇔ Zoll. Calculadora de pixels para 72 dpi, 300 dpi e outras resoluções. Para projetos on-line e impressos no Adobe Photoshop, Indesign etc. Com muitas explicações, dicas e exemplos. HSLA Grade 50 is a material grade and designation defined in ASTM A572 standard. ASTM A572 is an international material standard for billet steel for general structural usage. A-36 steel can be compared with this type of steel. HSLA Grade 50 Steel Chemical Composition : ASTM A572 defines the chemical composition of HSLA Grade 50 steels as under: José Luis Escrivá, ministro de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones, ha asegurado que aproximadamente la mitad de las solicitudes del Ingreso Mínimo Vital no saldrán adelante porque no les corresponde.“A alrededor del 50% de las solicitudes no les corresponde el Ingreso Mínimo Vital”, ha afirmado el ministro en una entrevista con Susanna Griso en Espejo Público (). milliwatts (mW) to watts (W), power conversion calculator and how to convert. 50 decimos correspondem a quantas unidades 2 Ver respostas AltairAlves AltairAlves Cada décimo equivale à 0,1 unidade. (1/10) Cada 10 décimos equivalem à 1 unidade. (10/10 = 1) Então: 50/10 = 5 unidades Logo: 50 décimos = 5 unidades. baraowfl baraowfl Lumens to watts calculator. Luminous flux in lumens (lm) to electric power in watts (W) calculator.. Enter the luminous flux in lumens, luminous efficacy in lumens per watt and press the Calculate button to get the power in watts:

O TEOREMA DO MACACO INFINITO

2020.09.28 14:52 Rodolfo-A O TEOREMA DO MACACO INFINITO

Vim lhes mostrar a realidade diante as suas faces ignorantes, texto pegado da fonte Wikipedia.
⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨O Teorema do macaco infinito afirma que um macaco digitando aleatoriamente em um teclado por um intervalo de tempo infinito irá quase certamente criar um texto qualquer escolhido, como por exemplo a obra completa de William Shakespeare.
Um macaco escrevendo indefinidamente acabará quase certamente por escrever uma peça de Shakespeare.
Pode-se também pensar que, com infinitos macacos infinitos, algum deles irá quase certamente criar um texto qualquer escolhido como primeiro texto a ser digitado. Neste contexto, "quase certamente" é um termo matemático com um significado preciso, enquanto que o "macaco" é apenas uma imagem, não um símio verdadeiro; trata-se de uma metáfora para um dispositivo abstracto que produza uma sequência aleatória de letras ad infinitum. O teorema ilustra os perigos do raciocínio sobre o infinito ao imaginar um número muito grande mas finito, e vice versa. A idade do universo é diminuída relativamente pelo tempo que levaria a um macaco para obter um texto igual ao Hamlet, de modo que num sentido físico tal nunca aconteceria. Variantes do teorema incluem múltiplos dispositivos de escrita, e o texto pode variar entre uma biblioteca inteira e uma simples e pequena frase. O problema apareceu pela primeira vez no artigo chamado "Mécanique Statistique et Irréversibilité" do matemático Émile Borel no ano de 1913. ⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩Há uma prova direta desse teorema. Se dois eventos são estatisticamente independentes (isto é, um não afeta o resultado do outro), então a probabilidade de que ambos aconteçam é igual ao produto das probabilidades de que cada um aconteça independentemente. Exemplo: se a chance de chover em Sydney num certo dia é de 0,3 e a chance de um terremoto ocorrer em São Francisco é de 0,008, então a chance de que os dois aconteçam ao mesmo tempo é de 0.3 × 0.008 = 0.0024. Suponha que uma máquina de escrever tenha 50 teclas, e a palavra a ser escrita seja "banana". Teclando-se aleatoriamente, a chance de a primeira letra teclada ser b é 1/50, e a chance de a segunda ser a é também 1/50, e assim por diante, porque os eventos são independentes. Então a chance de as seis letras formarem banana é (1/50) × (1/50) × (1/50) × (1/50) × (1/50) × (1/50) = (1/50)6. Ou seja, 1 em 15625000000 (uma em quinze bilhões e seiscentos e vinte e cinco milhões). Pela mesma razão, a chance de que as 6 próximas letras formem banana é também (1/50)6, e assim por diante. Disto, a chance de não ser escrito banana num dado bloco de 6 letras é 1 − (1/50)6. Como cada bloco é feito independentemente, a chance Xn de não ser escrito banana em qualquer dos primeiros n blocos de 6 letras é {\displaystyle X_{n}=\left(1-{\frac {1}{50{6}}}\right){n}.} Quando n aumenta, Xn diminui. Para um n de um milhão, Xn é 99.99%, mas para um n de 10 bilhões Xn é 53% e para um n de 100 bilhões é 0.17%. Quando n se aproxima do infinito, a probabilidade Xn se aproxima de zero; isto é, tendo-se um n grande o suficiente, Xn pode ser tão pequeno quanto se deseje.[1][2] O mesmo argumento mostra por que pelo menos um dos infinitamente muitos macacos irá (quase certamente) produzir um texto tão rapidamente quanto o seria por um digitador humano perfeitamente sem erros copiando do original. Nesse caso Xn = (1 − (1/50)6)n onde Xn representa a probabilidade de nenhum dos primeiros n macacos escrever banana corretamente na primeira tentativa. Quando consideramos 100 bilhões de macacos, a probabilidade cai para 0.17%, e aumentando-se o número de macacos n ao infinito o valor de Xn — a probabilidade de os macacos não reproduzirem o texto dado — cai para zero. Isso equivale a afirmar que a probabilidade de um ou mais de infinitos de macacos produzirá um texto dado na primeira tentativa é de 100%, ou que é quase certo que fará. ⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨As duas afirmações acima podem ser explicadas mais geral e compactamente em termos de cadeias, que são sequências de caracteres escolhidos de algum alfabeto finito:
Dada uma cadeia infinita onde cada caractere é escolhido uniforme e aleatoriamente, qualquer cadeia finita dada quase certamente ocorre como uma subcadeia em alguma posição (e, de fato, infinitas posições).
Dada uma sequência infinita de cadeias infinitas, onde cada caractere de cada cadeia é escolhido uniforme e aleatoriamente, qualquer cadeia finita quase certamente ocorre como um prefixo de uma dessas cadeias (e, de fato, como um prefixo de infinitamente muitas dessas cadeias na sequência).
Ambos são deduzidos facilmente do segundo Lema de Borel-Cantelli. Para o segundo teorema, seja Ek o evento no qual a k-ésima cadeia começa com o texto dado. Por ter uma probabilidade fixa diferente de zero p de ocorrer, Ek é independente, e a soma abaixo diverge, {\displaystyle \sum {i=1}{\infty }P(E{k})=\sum _{i=1}{\infty }p=\infty ,} a probabilidade de infinitamente muitos dos Ek ocorrerem é 1. O primeiro teorema é demonstrado de forma similar; pode-se dividir a cadeia aleatória pelos blocos não sobrepostos que correspondem ao texto desejado, e fazer Ek o evento onde o k-ésimo bloco é igual à cadeia desejada.[3] ⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨ignorando pontuação, espaçamento e diferença entre maiúsculas e minúsculas, um macaco escrevendo letras de maneira uniforme e aleatória tem uma chance em 26 de digitar corretamente a primeira letra de Hamlet. Ele tem uma chance em 676 (26 × 26) de digitar as primeiras duas letras. Devido ao fato da probabilidade encolher exponencialmente, para 20 letras já se terá apenas uma chance em 2620 = 19.928.148.895.209.409.152.340.197.376, equivalente à probabilidade de se comprar 4 bilhetes de loteria consecutivamente e ganhar o prêmio principal de cada vez. ⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨⁩⁨Vamos imaginar um exemplo menos exigente. Pense no alfabeto com 26 letras. Teclando aleatoriamente e sem pensar, qual é a probabilidade de uma criança de 3 anos escrever a palavra “pedra”? As implicações filosóficas que advém desse experimento são fascinantes. Existe uma probabilidade de que o evento aconteça. Logo, há chances de ocorrência e o absurdo se apresenta como sendo possível. Em outras palavras com probabilidade de 1¹, você pode pensar que pode ou não acontecer. Pense no momento da criação, qual a probabilidade de substâncias encontrarem e resultarem no universo?
Fonte:
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2020.06.05 22:13 napoleonc Batalha de Campo

Batalha de Campo

Combate

Organizando seu Exército

Existem 3 seções para cada batalha. 4, se você incluir reservas.
Cada seção pode ser atribuída a um comandante principal. Atribuir um comandante a uma seção é a única maneira de receber bônus para aquela seção em batalha. Quando você está se preparando para uma batalha, o seguinte formato deve ser incluído em seus planos de batalha. Você pode designar até quatro subcomandantes ( mas com um máximo de 2 PAs ), para cada seção, que tomarão o lugar do comandante se ele cair, for capturado ou ferido.
Por favor, indique se o comandante é um Personagem do Jogador ou um NPC:
Comandante de Flanco Esquerdo:
Dons, habilidades, traços negativos:
Comandante do Centro:
Dons, habilidades, traços negativos:
Comandante de Flanco Direito:
Dons, habilidades, traços negativos:
Comandante de Reservas:
Dons, habilidades, traços negativos:
Observe que atribuir um comandante não é necessário, mas é altamente recomendável que você faça isso para evitar rolagens de baixas ( detalhadas posteriormente ).

Especialista de Exército

O especialista do exército é um papel usado para bônus adicionais que você gostaria de aplicar a um exército. Os especialistas do exército podem ser comandantes principais ou subcomandantes ou não se envolver totalmente com o comando. Eles são encarregados das operações cotidianas do Exército.
Exemplos de especialistas do exército:
O especialista pode ser trocado a qualquer momento, mas observe se eles são alterados no meio de uma marcha, e o novo especialista não tem navegador, o tempo total saltará para o que quer que fosse sem navegador. O mesmo pode ser dito para a logística.

Reservas

As reservas são a seção da batalha que não é usada ativamente. Esses homens estão aguardando a batalha e estão prontos a qualquer momento. Eles podem ser chamados para a batalha a qualquer rodada e darão a qualquer seção (apenas 1 seção) um bônus de +2 em suas jogadas. Isso pode ser usado apenas uma vez por batalha, e uma vez que os homens estejam em uma seção, eles estão nela até o fim.
Se você deseja ter reservas aguardando implantação, elas devem ser pelo menos 20% de sua força principal . Por exemplo, se você tem 10.000 homens, você deve ter pelo menos 2.000 em suas reservas.
Os jogadores têm 2 escolhas para fazer quando se trata de reservas:
Escolha 1: Eles podem antecipar suas reservas a qualquer momento para dar uma única seção da batalha a +2 em suas jogadas.
Se o comandante anterior daquela seção perecer, ou se não havia um comandante, o comandante das reservas assumirá o comando e seus bônus serão usados ​​para todos os outros lançamentos naquela seção. Se o comandante da seção que eles reforçam ainda estiver vivo, os bônus do comandante da reserva não serão empilhados em cima do comandante atual, apenas a base +2.
Escolha 2: Eles podem manter suas reservas até que a batalha termine e possam usar suas reservas para ajudar seus exércitos em retirada. Isso dará ao jogador um +2 em seus lançamentos de roteamento.
Faça sua escolha com sabedoria.
Se a seção para a qual você enviar suas reservas for perdida ( diminuindo para 0 os pontos de vida ), haverá uma desvantagem. O limite para seção a ser recuada aumentará em 2.

Dados de Batalha

Cada seção enfrenta sua contraparte, ao mesmo tempo. Flanco esquerdo vs flanco esquerdo, centro x centro, etc.

Superioridade Numérica

Ao travar uma batalha, suas forças podem muitas vezes ser superadas em número. Quando isso acontecer, seu oponente NÃO receberá nenhum tipo de bônus. Em vez disso, o exército em desvantagem receberá uma penalidade para o tamanho dos dados que eles têm permissão para rolar, simulando assim a sensação de estar em desvantagem numérica e incapaz de lutar de forma tão eficaz.
Qualquer bônus que você receber no seu lançamento de dados não será afetado. A única coisa afetada é o tamanho dos dados rolados.
As alterações no tamanho da matriz são aplicadas antes e durante uma batalha. Isso significa que infligir grandes perdas ao seu inimigo durante uma batalha afetará o tamanho do dado durante a batalha e entrará em vigor na próxima rodada de batalha.
As penalidades em desvantagem são as seguintes:
¹: Para refletir o fato de que um exército em desvantagem não causaria necessariamente tanto dano aos seus oponentes, uma vez que um d16 ou menor fosse lançado, o resultado seria reduzido para determinar as baixas contra seu inimigo. Por exemplo, se um 16 for lançado, um 8 será usado para determinar as baixas. Você ainda pode ganhar uma rodada contra o seu oponente, mas você não infligir tantas baixas quanto antes. Todos os resultados são arredondados para o número inteiro mais próximo.

Vítimas

Após cada rolagem, números de baixas serão calculados. Será baseado no d20 que o jogador rolou. Apenas o número base contará para vítimas. Modificadores não contam.
Observe que, se um exército não possui Personagens Jogadores ou PAs em uma seção, eles receberão um teste de baixas d20 em sua seção, em vez de um Teste de Casualidade ( detalhado mais abaixo ).

Resultado da Rolagem Vítimas Descrição
1 1% baixas Falha total. Seus homens tropeçaram nos próprios pés e se encolheram de medo dos inimigos que os atacavam. Definitivamente, você deve colocá-los no estoque quando voltar para casa. Se você voltar para casa, porque com esses homens sob seu comando, a morte é uma possibilidade muito real.
2-5 4% baixas Seus soldados fizeram algo que poderia ser interpretado como um esforço. No entanto, não valeu a pena. Esses homens devem ser designados para uma casa de prostitutas, já que parece ser para tudo o que servem.
6-9 8% baixas Os homens sob seu comando ouviram seu comando, no entanto, eles decidiram tentar suas próprias táticas. Embora não tenha sido um fracasso total, ainda não deu o resultado desejado.
10-14 15% baixas Seus soldados romperam as linhas inimigas e cortaram seus inimigos com o resultado desejado. Aceitável, mas não excepcional.
15-19 20% baixas Os soldados que você comanda trabalharam juntos para causar estragos contra o inimigo.
20 30% baixas Pela graça dos Sete, seus homens atravessam a linha inimiga mais facilmente do que eles podem encontrar os seus... bem, órgãos genitais. Tripas e cabeças decapitadas foram um cobertor carmesim no campo de batalha que seus homens atravessaram.

Baixas quando seu dado de batalha é d2

As baixas infligidas a um exército por um exército em um dado de batalha d2 serão fortemente penalizadas. Quando em um d2, seja rolado 1 ou 2, suas baixas infligirão 0,1% do que normalmente seriam se em batalhas mais equilibradas. Isso significa rolar 1 e obter a baixa normalmente de 1% será 0,1% de 1% e rolar 2 será 0,1% das baixas normais de 4%.
Simplificando, exércitos superados em número tão vasto não serão capazes de infligir pesadas perdas a inimigos muito maiores.

Ganhando

Ganhando uma Seção

Quando uma seção individual vence, eles têm a opção de reforçar outra seção do exército por um modificador adicional igual ao HP restante após uma rodada de descanso.
Exemplo: Minha seção vence na 3ª rodada com 3 pontos de vida. No início da Rodada 6, sua quantidade de homens será adicionada aos homens da seção que eles estão reforçando. Além disso, essa seção receberá +3 ADICIONAIS em suas jogadas de batalha pela quantidade de pontos de vida que minha seção tinha anteriormente.

Vencendo a batalha

​Se você venceu a batalha, parabéns! Nada mais para você agora, além da retirada de suprimentos, armas, armaduras etc. dos cadáveres de seus inimigos massacrados. Lamba suas feridas e prepare-se para a próxima batalha!
No entanto, seu inimigo não terá tanta sorte depois de ter perdido. Consulte dados de debanda para obter mais informações.

Rendição

Antes de uma batalha ser perdida, você pode se render. No início de cada rodada, você pode executar esta ação.
Para se render, você e o inimigo fazem uma batalha com seus modificadores usuais. Se sua jogada de batalha for maior que a de seu inimigo, considera-se que sua seção se rendeu e está fora de combate (nenhuma jogada de debanda será feita). Se o seu teste de batalha for menor que o seu inimigo, sua seção fará um teste adicional de baixas em d20 e a batalha continuará.
Exemplo: estou perdendo na minha seção. Eu desejo recuar. Meu dado de batalha está atualmente em d16 e eu tenho um +2 por causa da intimidação (e). Meu inimigo está em um d20. Nós dois rolamos. Se eu rolar mais alto que ele, recuo com sucesso. Se eu rolar mais baixo, minha seção fará outro teste de baixas d20 e a rodada começará normalmente.

Derrota

Se um exército for derrotado, o exército inteiro (não apenas uma única seção) receberá 20% de baixas para refletir sua perda.

Dados de debanda

Uma vez que as baixas de 20% sejam infligidas, as rolagens de debanda começarão. Uma vez determinado se um exército é encaminhado ou não, a batalha terminará. Se um exército for derrotado, uma rodada final de testes de baixas será infligida ao exército perdedor.
Os dados de debanda são os seguintes:
Dons e habilidades que impedem uma debanda:
​​
Nota: Se um crítico (1) for lançado, eles ainda serão considerados debandados e receberão o teste de baixas.

​Retirada


Um exército, definido como qualquer unidade militar de mais de cinquenta combatentes, que se retira do campo em derrota é forçado a recuar. Isso inclui exércitos que correspondem a qualquer um dos seguintes critérios:
Uma vez que a mecânica de retirada esteja engajado, o exército deve recuar por pelo menos duas peças ou pelo menos dois dias de OOC, o que for maior, de volta a uma fortaleza ou ponto amigável. Se existirem vários desses locais, o líder do exército pode determinar para onde recuar. Enquanto se retira, um exército é incapaz de passar por quaisquer províncias que possuam guaritas ou portos não amigáveis. O ponto ou fortaleza pode ser selecionado por uma entrada de ordem de marcha imediatamente após a batalha; caso não seja feita uma ordem, a equipe de moderação escolherá uma para o próprio exército.
Se um exército não tiver uma maneira segura de se retirar, eles fazem um teste adicional de baixas e são forçados a fazer testes de perseguição (primeiro a 50). Se eles perderem os testes de perseguição, a outra parte poderá forçá-los a lutar novamente, durante os quais o exército em retirada será reduzido para um tamanho de matriz completo, exceto onde essa redução deixaria o exército em retirada abaixo de um d7.
As unidades navais com mais de 5 pontos no total de navios seguem as mesmas regras.
O que define um ponto ou fortaleza amigável?
Fortalezas, portos e entidades semelhantes são consideradas amigáveis ​​se prestarem juramento à parte em retirada ou compartilharem um senhor superior. As ruínas são sempre consideradas amigáveis ​​por todas as partes se desabitadas.
Exceção de ataques de cerco
Exércitos que não conseguem capturar com sucesso os muros de uma fortaleza por meio de assalto não são forçados a recuar e podem continuar o cerco.

Duelo

Uma das partes romantizadas de uma batalha é um único combate no meio do caos. Queremos encorajar isso sem tornar muito fácil ou difícil para as pessoas viverem sua fantasia de mudar sozinho o curso da batalha com um golpe de sua espada. Para iniciar um duelo, simplesmente pergunte ao administrador responsável sobre o estado atual da batalha. Simplesmente descreva quem você está esperando para procurar, e os adms vão seguir com base nisso. Qualquer um pode desafiar qualquer um do outro lado ao longo de uma batalha, desde que as duas seções em que os duelistas estejam estejam atualmente lutando entre si.
NOTA: Se você perder QUAISQUER pontos de vida durante um duelo, reduzirá esse número de pontos de vida para quaisquer outros duelos que participar ao longo de uma batalha.
A Busca de Duelo só pode ser tentada no final de cada rodada de batalha (2, 4, 6, etc).
Os parâmetros do duelo são os seguintes:

Espada Juramentada

Algumas pessoas importantes têm espadas juramentadas que estão ao seu lado em todos os momentos. Estes são personagens importantes que estão empenhados em lutar por seu senhor em todos os momentos. Eles influenciam os parâmetros dos duelos, da seguinte maneira:

Para evitar que espadas juramentadas brotem do nada, existem algumas regras:

Busca de tiro com arco

Firme, você inspecionou o campo de batalha em busca de seu alvo. Com seu arco e flecha, você decide mirar para tentar mudar o curso da batalha.
A Busca de Arco e Flecha só pode ser tentada no final de cada rodada de batalha (2, 4, 6, etc.).
Para desbloquear essa habilidade na batalha, você deve primeiro ter uma classificação no tiro com arco.
Os parâmetros de busca de tiro com arco são os seguintes:
Se você encontrou seu objetivo, parabéns! Agora você deve atingi-los. Para atingir um alvo, você deve rolar abaixo do limite. O limite base é 60.
Agora, você está pronto para disparar. Agora você tem cinco tiros para acertar as três feridas do seu alvo. Para disparar, role 1d100. Qualquer tiro abaixo do limiar é um sucesso. Se o seu tiro é de 5 ou menos, é um golpe crítico. Um acerto crítico conta como duas feridas, aumenta seu limiar em sete e, se um segundo crítico for acertado na tempestade de flechas, ele estará em risco. Se você não conseguir derrubar seu alvo em cinco tiros, você os perderá de vista no caos da batalha. Se você encontrá-los novamente mais tarde, eles mantêm o HP que tinham quando foram encontrados pela última vez.
Qualquer alvo derrubado por um arqueiro sofre um teste de ferimento; não existe uma flecha não letal. Se eles foram derrubados por um acerto crítico, eles devem fazer duas jogadas de lesão

Carga Direcionada

Você decidiu tomar o destino da batalha em suas próprias mãos e atacar um alvo, tentando terminar a batalha, ou talvez a guerra inteira, com um golpe de sua lança.
Uma Carga Direcionada só pode ser tentada no final de cada rodada de batalha (2, 4, 6, etc).
Para desbloquear essa habilidade na batalha, você deve primeiro ter uma classificação em lanças.
Os parâmetros de rolagem pretendida são as seguintes:
Personagens com o Dom Duelista ou arquétipo de Cavaleiro de Torneio recebem um -6 e um -2 neste teste, respectivamente.
Se o alvo tem uma espada jurada, os parâmetros de alvo direcionados são os seguintes:
NOTA: Somente espadas juramentadas de Personagem com players contam, espadas juramentadas NPC não contam.
Você encontrou seu alvo! Aqui estão seus parâmetros para atingi-los:
Habilidades que afetam isso:

Dado Casual

Espadas juramentadas não afetam nenhuma dessas jogadas de baixas. As espadas juramentadas só entram em ação no teste inicial de busca de alvo. Eles já tiveram a chance de atrapalhar o alvo.

Dons e Habilidades

Nota: Estes aplicam-se apenas a qualquer seção que seu personagem é atribuído. Por exemplo, se você está atribuído ao centro, você só receberá os bônus para o centro. Observe também que, OS RECURSOS NÃO SOMAM COM DONS/HABILIDADES PARA BÔNUS DE BATALHA. Especifique com antecedência se você está usando seu bônus de recurso ou o Bônus de Batalha do seu comandante.

Dons

Liderança
Comandante
Monstruoso
Berserker

Habilidades

Arco e flecha é uma habilidade especial, pois só dará +1 para o Flanco apenas para o bônus de Mestre e Campeão abaixo.
Habilidade de Armas (Mestre)
Habilidade de Armas (Campeão)
Montaria
Tático(e)
Diversos

Dados de Casualidade para Personagens/PAs

Em qualquer ponto da batalha, se um 15 ou mais for lançado (antes que os bônus sejam aplicados), a seção oposta terá um teste de baixas realizado no final da rodada. Se aplicável, um alvo é selecionado através de um teste de dados igual aos lados do número de comandantes de Personagens de Apoio / NPC naquela seção, antes que seu destino seja determinado usando um d6.
Se um personagem tiver um Guarda Real ou espada juramentada, a chance de morte é aliviada. Dando ao protetor a chance de receber o golpe pelo seu suserano.

Rolagem de CASUALIDADE

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2020.06.05 21:05 napoleonc h

Batalha de Campo

Combate
Organizando seu Exército
Existem 3 seções para cada batalha. 4, se você incluir reservas.
Cada seção pode ser atribuída a um comandante principal. Atribuir um comandante a uma seção é a única maneira de receber bônus para aquela seção em batalha. Quando você está se preparando para uma batalha, o seguinte formato deve ser incluído em seus planos de batalha. Você pode designar até quatro subcomandantes ( mas com um máximo de 2 PAs ), para cada seção, que tomarão o lugar do comandante se ele cair, for capturado ou ferido.
Por favor, indique se o comandante é um Personagem do Jogador ou um NPC:
Comandante de Flanco Esquerdo:
Dons, habilidades, traços negativos:
Comandante do Centro:
Dons, habilidades, traços negativos:
Comandante de Flanco Direito:
Dons, habilidades, traços negativos:
Comandante de Reservas:
Dons, habilidades, traços negativos:
Observe que atribuir um comandante não é necessário, mas é altamente recomendável que você faça isso para evitar rolagens de baixas ( detalhadas posteriormente ).
Especialista de Exército
O especialista do exército é um papel usado para bônus adicionais que você gostaria de aplicar a um exército. Os especialistas do exército podem ser comandantes principais ou subcomandantes ou não se envolver totalmente com o comando. Eles são encarregados das operações cotidianas do Exército.
Exemplos de especialistas do exército:
O especialista pode ser trocado a qualquer momento, mas observe se eles são alterados no meio de uma marcha, e o novo especialista não tem navegador, o tempo total saltará para o que quer que fosse sem navegador. O mesmo pode ser dito para a logística.
Reservas
As reservas são a seção da batalha que não é usada ativamente. Esses homens estão aguardando a batalha e estão prontos a qualquer momento. Eles podem ser chamados para a batalha a qualquer rodada e darão a qualquer seção (apenas 1 seção) um bônus de +2 em suas jogadas. Isso pode ser usado apenas uma vez por batalha, e uma vez que os homens estejam em uma seção, eles estão nela até o fim.
Se você deseja ter reservas aguardando implantação, elas devem ser pelo menos 20% de sua força principal . Por exemplo, se você tem 10.000 homens, você deve ter pelo menos 2.000 em suas reservas.
Os jogadores têm 2 escolhas para fazer quando se trata de reservas:
Escolha 1: Eles podem antecipar suas reservas a qualquer momento para dar uma única seção da batalha a +2 em suas jogadas.
Se o comandante anterior daquela seção perecer, ou se não havia um comandante, o comandante das reservas assumirá o comando e seus bônus serão usados ​​para todos os outros lançamentos naquela seção. Se o comandante da seção que eles reforçam ainda estiver vivo, os bônus do comandante da reserva não serão empilhados em cima do comandante atual, apenas a base +2.
Escolha 2: Eles podem manter suas reservas até que a batalha termine e possam usar suas reservas para ajudar seus exércitos em retirada. Isso dará ao jogador um +2 em seus lançamentos de roteamento.
Faça sua escolha com sabedoria.
Se a seção para a qual você enviar suas reservas for perdida ( diminuindo para 0 os pontos de vida ), haverá uma desvantagem. O limite para seção a ser recuada aumentará em 2.
Dados de Batalha
Cada seção enfrenta sua contraparte, ao mesmo tempo. Flanco esquerdo vs flanco esquerdo, centro x centro, etc.
Superioridade Numérica
Ao travar uma batalha, suas forças podem muitas vezes ser superadas em número. Quando isso acontecer, seu oponente NÃO receberá nenhum tipo de bônus. Em vez disso, o exército em desvantagem receberá uma penalidade para o tamanho dos dados que eles têm permissão para rolar, simulando assim a sensação de estar em desvantagem numérica e incapaz de lutar de forma tão eficaz.
Qualquer bônus que você receber no seu lançamento de dados não será afetado. A única coisa afetada é o tamanho dos dados rolados.
As alterações no tamanho da matriz são aplicadas antes e durante uma batalha. Isso significa que infligir grandes perdas ao seu inimigo durante uma batalha afetará o tamanho do dado durante a batalha e entrará em vigor na próxima rodada de batalha.
As penalidades em desvantagem são as seguintes:
¹: Para refletir o fato de que um exército em desvantagem não causaria necessariamente tanto dano aos seus oponentes, uma vez que um d16 ou menor fosse lançado, o resultado seria reduzido para determinar as baixas contra seu inimigo. Por exemplo, se um 16 for lançado, um 8 será usado para determinar as baixas. Você ainda pode ganhar uma rodada contra o seu oponente, mas você não infligir tantas baixas quanto antes. Todos os resultados são arredondados para o número inteiro mais próximo.
Vítimas
Após cada rolagem, números de baixas serão calculados. Será baseado no d20 que o jogador rolou. Apenas o número base contará para vítimas. Modificadores não contam.
Observe que, se um exército não possui Personagens Jogadores ou PAs em uma seção, eles receberão um teste de baixas d20 em sua seção, em vez de um Teste de Casualidade ( detalhado mais abaixo ).


Baixas quando seu dado de batalha é d2
As baixas infligidas a um exército por um exército em um dado de batalha d2 serão fortemente penalizadas. Quando em um d2, seja rolado 1 ou 2, suas baixas infligirão 0,1% do que normalmente seriam se em batalhas mais equilibradas. Isso significa rolar 1 e obter a baixa normalmente de 1% será 0,1% de 1% e rolar 2 será 0,1% das baixas normais de 4%.
Simplificando, exércitos superados em número tão vasto não serão capazes de infligir pesadas perdas a inimigos muito maiores.
Ganhando
Ganhando uma Seção
Quando uma seção individual vence, eles têm a opção de reforçar outra seção do exército por um modificador adicional igual ao HP restante após uma rodada de descanso.
Exemplo: Minha seção vence na 3ª rodada com 3 pontos de vida. No início da Rodada 6, sua quantidade de homens será adicionada aos homens da seção que eles estão reforçando. Além disso, essa seção receberá +3 ADICIONAIS em suas jogadas de batalha pela quantidade de pontos de vida que minha seção tinha anteriormente.
Vencendo a batalha
​Se você venceu a batalha, parabéns! Nada mais para você agora, além da retirada de suprimentos, armas, armaduras etc. dos cadáveres de seus inimigos massacrados. Lamba suas feridas e prepare-se para a próxima batalha!
No entanto, seu inimigo não terá tanta sorte depois de ter perdido. Consulte dados de debanda para obter mais informações.
Rendição
Antes de uma batalha ser perdida, você pode se render. No início de cada rodada, você pode executar esta ação.
Para se render, você e o inimigo fazem uma batalha com seus modificadores usuais. Se sua jogada de batalha for maior que a de seu inimigo, considera-se que sua seção se rendeu e está fora de combate (nenhuma jogada de debanda será feita). Se o seu teste de batalha for menor que o seu inimigo, sua seção fará um teste adicional de baixas em d20 e a batalha continuará.
Exemplo: estou perdendo na minha seção. Eu desejo recuar. Meu dado de batalha está atualmente em d16 e eu tenho um +2 por causa da intimidação (e). Meu inimigo está em um d20. Nós dois rolamos. Se eu rolar mais alto que ele, recuo com sucesso. Se eu rolar mais baixo, minha seção fará outro teste de baixas d20 e a rodada começará normalmente.
Derrota
Se um exército for derrotado, o exército inteiro (não apenas uma única seção) receberá 20% de baixas para refletir sua perda.
Dados de debanda
Uma vez que as baixas de 20% sejam infligidas, as rolagens de debanda começarão. Uma vez determinado se um exército é encaminhado ou não, a batalha terminará. Se um exército for derrotado, uma rodada final de testes de baixas será infligida ao exército perdedor.
Os dados de debanda são os seguintes:
Dons e habilidades que impedem uma debanda:
​​
Nota: Se um crítico (1) for lançado, eles ainda serão considerados debandados e receberão o teste de baixas.
​Retirada

Um exército, definido como qualquer unidade militar de mais de cinquenta combatentes, que se retira do campo em derrota é forçado a recuar. Isso inclui exércitos que correspondem a qualquer um dos seguintes critérios:
Uma vez que a mecânica de retirada esteja engajado, o exército deve recuar por pelo menos duas peças ou pelo menos dois dias de OOC, o que for maior, de volta a uma fortaleza ou ponto amigável. Se existirem vários desses locais, o líder do exército pode determinar para onde recuar. Enquanto se retira, um exército é incapaz de passar por quaisquer províncias que possuam guaritas ou portos não amigáveis. O ponto ou fortaleza pode ser selecionado por uma entrada de ordem de marcha imediatamente após a batalha; caso não seja feita uma ordem, a equipe de moderação escolherá uma para o próprio exército.
Se um exército não tiver uma maneira segura de se retirar, eles fazem um teste adicional de baixas e são forçados a fazer testes de perseguição (primeiro a 50). Se eles perderem os testes de perseguição, a outra parte poderá forçá-los a lutar novamente, durante os quais o exército em retirada será reduzido para um tamanho de matriz completo, exceto onde essa redução deixaria o exército em retirada abaixo de um d7.
As unidades navais com mais de 5 pontos no total de navios seguem as mesmas regras.
O que define um ponto ou fortaleza amigável?
Fortalezas, portos e entidades semelhantes são consideradas amigáveis ​​se prestarem juramento à parte em retirada ou compartilharem um senhor superior. As ruínas são sempre consideradas amigáveis ​​por todas as partes se desabitadas.
Exceção de ataques de cerco
Exércitos que não conseguem capturar com sucesso os muros de uma fortaleza por meio de assalto não são forçados a recuar e podem continuar o cerco.
Duelo
Uma das partes romantizadas de uma batalha é um único combate no meio do caos. Queremos encorajar isso sem tornar muito fácil ou difícil para as pessoas viverem sua fantasia de mudar sozinho o curso da batalha com um golpe de sua espada. Para iniciar um duelo, simplesmente pergunte ao administrador responsável sobre o estado atual da batalha. Simplesmente descreva quem você está esperando para procurar, e os adms vão seguir com base nisso. Qualquer um pode desafiar qualquer um do outro lado ao longo de uma batalha, desde que as duas seções em que os duelistas estejam estejam atualmente lutando entre si.
NOTA: Se você perder QUAISQUER pontos de vida durante um duelo, reduzirá esse número de pontos de vida para quaisquer outros duelos que participar ao longo de uma batalha.
A Busca de Duelo só pode ser tentada no final de cada rodada de batalha (2, 4, 6, etc).
Os parâmetros do duelo são os seguintes:
Espada Juramentada
Algumas pessoas importantes têm espadas juramentadas que estão ao seu lado em todos os momentos. Estes são personagens importantes que estão empenhados em lutar por seu senhor em todos os momentos. Eles influenciam os parâmetros dos duelos, da seguinte maneira:

Para evitar que espadas juramentadas brotem do nada, existem algumas regras:

Busca de tiro com arco

Firme, você inspecionou o campo de batalha em busca de seu alvo. Com seu arco e flecha, você decide mirar para tentar mudar o curso da batalha.
A Busca de Arco e Flecha só pode ser tentada no final de cada rodada de batalha (2, 4, 6, etc.).
Para desbloquear essa habilidade na batalha, você deve primeiro ter uma classificação no tiro com arco.
Os parâmetros de busca de tiro com arco são os seguintes:
Se você encontrou seu objetivo, parabéns! Agora você deve atingi-los. Para atingir um alvo, você deve rolar abaixo do limite. O limite base é 60.
Agora, você está pronto para disparar. Agora você tem cinco tiros para acertar as três feridas do seu alvo. Para disparar, role 1d100. Qualquer tiro abaixo do limiar é um sucesso. Se o seu tiro é de 5 ou menos, é um golpe crítico. Um acerto crítico conta como duas feridas, aumenta seu limiar em sete e, se um segundo crítico for acertado na tempestade de flechas, ele estará em risco. Se você não conseguir derrubar seu alvo em cinco tiros, você os perderá de vista no caos da batalha. Se você encontrá-los novamente mais tarde, eles mantêm o HP que tinham quando foram encontrados pela última vez.
Qualquer alvo derrubado por um arqueiro sofre um teste de ferimento; não existe uma flecha não letal. Se eles foram derrubados por um acerto crítico, eles devem fazer duas jogadas de lesão

Carga Direcionada
Você decidiu tomar o destino da batalha em suas próprias mãos e atacar um alvo, tentando terminar a batalha, ou talvez a guerra inteira, com um golpe de sua lança.
Uma Carga Direcionada só pode ser tentada no final de cada rodada de batalha (2, 4, 6, etc).
Para desbloquear essa habilidade na batalha, você deve primeiro ter uma classificação em lanças.
Os parâmetros de rolagem pretendida são as seguintes:
Personagens com o Dom Duelista ou arquétipo de Cavaleiro de Torneio recebem um -6 e um -2 neste teste, respectivamente.
Se o alvo tem uma espada jurada, os parâmetros de alvo direcionados são os seguintes:
NOTA: Somente espadas juramentadas de Personagem com players contam, espadas juramentadas NPC não contam.
Você encontrou seu alvo! Aqui estão seus parâmetros para atingi-los:
Habilidades que afetam isso:
Dado Casual
Espadas juramentadas não afetam nenhuma dessas jogadas de baixas. As espadas juramentadas só entram em ação no teste inicial de busca de alvo. Eles já tiveram a chance de atrapalhar o alvo.
Dons e Habilidades
Nota: Estes aplicam-se apenas a qualquer seção que seu personagem é atribuído. Por exemplo, se você está atribuído ao centro, você só receberá os bônus para o centro. Observe também que, OS RECURSOS NÃO SOMAM COM DONS/HABILIDADES PARA BÔNUS DE BATALHA. Especifique com antecedência se você está usando seu bônus de recurso ou o Bônus de Batalha do seu comandante.
Dons
Liderança
Comandante
Monstruoso
Berserker
Habilidades
Arco e flecha é uma habilidade especial, pois só dará +1 para o Flanco apenas para o bônus de Mestre e Campeão abaixo.
Habilidade de Armas (Mestre)
Habilidade de Armas (Campeão)
Montaria
Tático(e)
Diversos
Dados de Casualidade para Personagens/PAs
Em qualquer ponto da batalha, se um 15 ou mais for lançado (antes que os bônus sejam aplicados), a seção oposta terá um teste de baixas realizado no final da rodada. Se aplicável, um alvo é selecionado através de um teste de dados igual aos lados do número de comandantes de Personagens de Apoio / NPC naquela seção, antes que seu destino seja determinado usando um d6.
Se um personagem tiver um Guarda Real ou espada juramentada, a chance de morte é aliviada. Dando ao protetor a chance de receber o golpe pelo seu suserano.
Rolagem de CASUALIDADE
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2020.04.10 12:44 sairjean Os Quatro Erros Que Estão Levando ao “Relaxamento do Isolamento”

“É fácil persuadir o povo de algo, difícil é manter essa persuasão.” ― Niccolò dei Machiavelli
Temos visto nos últimos dias as pessoas relaxarem a observância das medidas de isolamento social nos estados e municípios onde foi implantado. Era mais do que previsível, dada a maneira titubeante com que foi implantado.
Deixemos de lado, por hora, a atuação do Presidente da República, que a maioria dos brasileiros acredita que “mais atrapalha que ajuda”, segundo recente pesquisa do Datafolha, e nos concentremos somente no que o Ministério da Saúde e os governos estaduais e distrital e as prefeituras municipais têm feito.
O timing da adoção do isolamento social foi tempestivo, na avaliação de vários especialistas, embora tenha sido já muito perto da subida acelerada da curva de contágio, deixando aos governos e à população pouca margem temporal de manobra. No momento em que os governadores e prefeitos decidiram agir, já de meados para o fim de março, não havia mais tempo para errar. E eles erraram, humanos que são. E insistem nos erros, arriscando emular outra proverbial espécie animal.
(Pode parecer injusto apontar erros dos governadores e prefeitos diante das, digamos, atitudes do presidente. Mas ele é um “ponto fora da curva”, que não deve servir de parâmetro.)
Primeiro erro: quiseram implantar as medidas de distanciamento ou isolamento social gradualmente, talvez para não dar uma parada brusca na atividade econômica, e para convencer e condicionar os cidadãos aos poucos. E também para eles próprios, os governantes, poderem aprender, na tentativa e erro, as mais eficazes estratégias de isolamento, posto que ninguém tinha fórmulas prontas, e o que funcionou em outros países nem sempre é diretamente transponível à realidade brasileira.
Para que pudesse ser assim, porém, as medidas restritivas teriam que ter começado logo depois do Carnaval, aproveitando a ressaca da primeira e última festa popular que tivemos e teremos este ano, quando todo mundo quer mais é ficar dentro de casa mesmo, e não tem a menor vontade de sair pra estudar ou trabalhar. Mas, já no último terço do mês de março, as medidas tomadas teriam que já ser mais duras que foram ― e que ainda não estão sendo agora, no final do primeiro terço de abril.
Por exemplo, de início, e até hoje em muitos lugares, restaurantes podiam servir às mesas, desde que em menor lotação, deixando metade ou mais das mesas vazias. Ora, se um salão meio vazio reduz as chances de transmissão da doença, um salão totalmente vazio zera as chances de transmissão. Atendimento “para viagem” ou entrega em casa deveriam ter sido as únicas formas permitidas desde o início, sem consumo local.
Outra coisa: recomendava‐se às pessoas sair de casa somente “em caso de necessidade”, como fazer compras de supermercado e de farmácia, mas também correr na orla, se exercitar no parque, e até passear com o cachorro! (Vai explicar isso pra uma autoridade de saúde chinesa ou sul‐coreana…) Agora, estão tendo que cercar as mesmas praças, parques e calçadões que disseram que as pessoas podiam continuar frequentando. A ordem (não apenas “recomendação”) desde o início devia ter sido sair de casa apenas em caso de extrema necessidade, entendida como algo que, se deixar de ser feito, pode ocasionar a morte de alguém! Comprar comida e remédios é extrema necessidade; correr na orla e passear com o cachorro, não.
“Ah, mas as pessoas podiam se exercitar ao ar livre, desde que evitassem aglomerações.” Mas o que é uma aglomeração? Dez pessoas num espaço fechado de 20 m² de área é uma aglomeração? E cinco pessoas? E se for em 30 m²? E se for num espaço aberto? E se for “só rapidinho”?…
Aí está o segundo erro: confiar demais no bom senso e no discernimento das pessoas para avaliar situações críticas para a eficácia do isolamento. Não é que a maioria das pessoas não tenha bom senso nem discernimento (uma parcela delas não tem mesmo); mas sim que é muito difícil abandonar velhos hábitos e adotar novos. Especialmente quando os novos hábitos são desagradáveis, contrariam nossos desejos, exigem esforço e disciplina, põem à prova nossa força de vontade e, pior ainda, se nos são impostos por alguma autoridade. Que o digam todos que já tentaram fazer dieta pra emagrecer ou iniciar a prática de atividades fisicas, sobretudo se foi por recomendação médica! Nós sempre tendemos, inconscientemente até, a buscar maneiras de burlar as imposições que nos foram feitas.
Assim é que os julgamentos inerentemente subjetivos que as pessoas fazem do que seja uma “aglomeração” são inescapavelmente enviezados: tendem a ser mais próximos do que é mais conveniente e confortável para elas, e o mais próximo possível dos seus antigos hábitos, e não do que as autoriddes de saúde consideram aceitável para minimizar a transmissão do vírus. Confie no “bom senso” dos frequentadores do parque e o parque ficará cheio; confie no “discernimento” do dono do mercado e o mercado ficará lotado; deixe para o gerente do banco decidir o tamanho “razoável” das filas junto aos caixas e as filas serão enormes. E deixe para as próprias pessoas nas filas das agências e dos supermercados avaliar a distância que precisam manter umas das outras, e elas ficarão muito próximas ― neste caso, por causa da ilusão de que, quanto mais perro elas estejam do início da fila, mais rápido vão ser atendidas.
Não! Pelo menos no início do processo de condicionamento, a disciplina tem que ser imposta e cobrada com rigor. Desvios devem ser corrigidos e punidos energicamente. Como só agora alguns governadores e prefeitos estão pensando em fazer ― e, mesmo assim só a partir da semana que vem…
Terceiro erro: dar às pessoas a ilusão de que o sacrifiício não será tão grande quanto se sabe que de fato será. Já na primeira entrevista coletiva que deu, o ministro da Saúde declarou que o pico da epidemia, fosse este de uma “montanha” ou uma “colina”, se daria entre o final de abril e o início de maio. Então, não precisa ser nenhum expert em epidemiologia pra deduzir que se o período de distanciamento ou isolamento social vai começar mais de um mês antes do pico, e sendo as curvas dos modelos epidemiológicos simétricas, o término desse período de isolamento deverá ser também mais de um mês depois desse pico. Quer dizer, se as medidas começaram em meados de março, elas terão que perdurar até meados de junho, para atingir o objetivo primário de “achatar a curva” ― e também o secundário, que não se fala muito, de “aplainar a curva” da segunda onda epidêmica que inevitavelmente virá quando as medidas de restrição forem relaxadas.
Então, por que os governadores e prefeitos já não decretaram, desde o início, que o isolamento vai ter que durar pelo menos três meses para ser efetivo? Por que ficam nessa lenga‐lenga de “quinze dias, e depois reavaliamos” a necessidade de continuar ou não com o isolamento? Para não “assustar” ou “desanimar” a população? Isso só faz as pessoas terem a expectativa de que vão ter que aguentar “só mais duas semanas”, e a cada prorrogação do prazo ficarem mais frustradas e impacientes, desacreditadas mesmo da eficácia das medidas. Afinal, se a cada duas semanas elas são continuadas, ficam cada vez mais rigorosas, e ainda assim o número de casos e mortes só aumenta, é porque não está dando certo!
(Dizer que a quantidade de mortes “seria muito maior” sem o isolamento é uma coisa muito vaga e abstrata; a variação nas quantidades de casos e de mortes de uma semana pra outra oferece um parâmetro muito mais objetivo, ainda que, por si só, enganoso, pras pessoas avaliarem a aparente eficácia das medidas de contenção adotadas. E esse parâmetro vai dar aparentar um índice mais de fracasso que de sucesso até que se chegue do “outro lado” do pico da curva.)
Esses três primeiros erros, na verdade, são variações de um mesmo equívoco maior: violar uma das mais conhecidas regras de política real do velho Niccolò:
“Faça de uma vez só todo o mal, mas o bem faça aos poucos.”
No caso em questão, implante logo de início duras regras de restrição à circulação de pessoas. Depois, quando for seguro, vá relaxando bem devagar. Coincidência ou não, é como fizeram (primeiro o “mal”) e estão fazendo (agora o “bem”) a China e a Coréia do Sul. E não estou dizendo que se devia ter feito aqui exatamente igual ao que se fez lá. Mas que os gestores devem ter coragem de fazer o que deve ser feito quando ainda pode ser feito.
“Não, você não poderá passear com seu cachorro. Não vai poder passear nem sozinho, aliás. Se insisitr, será multado em 1000 reais. Se desacatar o guarda, será preso. Você escolhe se prefere cumprir o isolamento na sua casa ou na cadeia.”
“Restaurantes, lanchonetes e padarias só vão poder atender pra viagem ou por delivery. Quem atender para consumo no local ficará duas semanas de portas fechadas. Se reincidir, perderá o alvará de funcionamento.”
“O decreto de isolamento social vai durar pelo menos até 15 de junho. Se der tudo certo, no início de junho a gente começa a abrandar o isolamento. O quê?… Se não for suficiente, a gente prolonga, ora!”
Medidas assim precisavam ter sido anunciadas no primeiro dia. Como não foram, têm que ser ditas hoje. Senão, “na terça que vem”, medidas muito piores terão que ser anunciadas.
Mas ainda tem ainda outro problema, que não é tanto dos governantes, mas mais das autoridades de saúde…
Quarto erro: números enganosos, que fazem parecer que o problema é menor do que na realidade é, que o perigo está mais distante do que na realidade está. Sabemos que, por vários motivos ― subnotificação, testagem insuficiente, atraso nos resultados dos testes, tempos de incubação do vírus, de aparecimento dos sintomas, de agravamento dos sintomas ― nós não só estamos vendo a “ponta do iceberg” como estamos olhando pra ele com o binóculo ao contrário! (Pra quem nunca olhou num binóculo ou luneta, se você olhar pelas lentes pequenas, apropriadamente chamadas de “oculares”, o objeto visto parecerá mais próximo; se você virar o instrumento ao contrário e olhar pelas lentes maiores, chamadas “objetivas”, o objeto visto parecerá mais distante.)
E não basta simplesmente os especialistas ouvidos todos os dias nos noticiários alertarem para o fato de que, devido aos problemas supracitados, a quantidade de infectados “deve ser maior” (já ouvi alguns falarem que “pode ser maior”) que o número de casos confirmados da doença. Novamente, isso fica muito vago. “Maior quanto?”, as pessoas se perguntam. E, ao imaginar a resposta, pensam sempre algo como “10% maior? 50% maior?”.
É que as pessoas em geral têm dificuldade de entender o conceito de ordem de grandeza. O mais recente e talvez mais confiável estudo cientifico sobre isso (postarei o link depois) estima que, no Brasil, pouco menos de 1% dos prováveis infectados são detectados. Isso quer dizer que o número de infectados é 100 vezes maior ― duas ordens de grandeza ― que o de casos confirmados!
E não são só pessoas com baixa instrução que têm dificuldade de entender isso. Quando eu falei desse estudo pra um amigo com grau superior de escolaridade, ele me disse, com base no número de casos confirmados ontem, 09/04, que foi 17.857, que então seriam “180 mil aproximadamente‘’ os infectados. No que eu repliquei, “É pra multiplicar por 100, não por 10.” E ele soltou um palavrão quando deduziu o número provável de perto de 1.800.000 infectados no Brasil enquanto escrevo estas intermináveis linhas. Não foi um erro de matemática dele, óbvio, mas uma resistência psicológica de encarar um cenário muito mais terrível do que ele acreditava ser. (A mesma resistência, que, estou certo, está na sua mente, leitor, neste exato momento, gritando pra você “Não, isso é um exagero, não pode ser tudo isso!”)
Este é o número que tem que ser anunciado com destaque nos telejornais: o número provável de infectados estimado por algum método razoável, nem que seja baseado em “palpites bem informados” (educated guesses). Porque, por mais grosseiro e incerto que seja ― e, no estágio atual de (des)conhecimento sobre o coronavírus, não tem como não ser ―, ele ainda será muito mais próximo da realidade que o ilusório “total de casos confirmados” que vemos pelo nosso binóculo ao contrário. Pelo menos enquanto não tivermos testado uma quantidade de pessoas que permita calcular, com métodos estatísticos confiáveis (aplicados em qualquer pesquisa de opinião ou de intenção de voto), quantos assintomáticos e paucissintomáticos há na população brasileira num dado momento.
“Ah, mas não tem como fazer esse cálculo.” Tem sim! Há pelo menos um mês que é possível fazer. Qualquer matemático que faça jus ao seu diploma ― de graduação ― é capaz de bolar um modelo baseado nos dados coletados na China e na Coréia do Sul (e, em breve, também na Alemanha), e fazendo a devida adaptação nos parâmetros para adequar à realidade brasileira, extrapolar um número que estará dentro de uma margem de erro ainda larga, mas dentro da qual é altamente improvável que o número de casos confirmados esteja. (Foi assim que os autores do estudo dos 1% fizeram, aliás, mas baseando‐se apenas nos números da China.) Para os objetivos de conhecer o real tamanho e a real distância de um iceberg, enxergar pelas oculares de um binóculo um tanto desfocado é melhor que olhar pelas objetivas de um perfeitamente ajustado.
Mas e qual seria a diferença, para o público, saber esse número estimado? Isso não vai confundi‐lo ainda mais? Não, vai esclarecê−lo mais! Porque hoje o morador da Rocinha lê no jornal que tem 11 casos confirmados numa comunidade de estimados 100 mil habitantes e pensa, “Ah, é muio pouca gente ainda!” Talvez ele leia a lista de nomes dessas pessoas e, muito provavelmente, não conhecerá nenhum. Qual a chance de qualquer um desses onze ter cruzado seu caminho no dia a dia, na ida e volta pro trabalho, ou na visita ao mercado? Não é nem preciso fazer conta pra estimar que é mínima, ínfima, praticamente nula. Conclusão: ainda dá pra encontrar os amigos no largo que dá acesso à principal subida do morro.
Mas se ele ouvir todo mundo nos jornais, na teve, na internet falando que esses 11 casos correspondem, provavelmente, a 1.100 infectados, a coisa muda completamente de figura! Já são pouco mais de 1% dos moradores. Quer dizer que, de cada cem pessoas, conhecidas ou não, que passam por ele todos os dias subindo e descendo as vielas da favela, uma já tem o coronavírus. Pode ser alguém que more no seu beco! Ou o mototaxista que o leva todo dia pro trabalho! Ou pode estar atrás dele na fila do supermercado!
Semelhantemente, numa cidade pequena, de 20 mil habitantes, enquanto não é anunciado o primeiro caso, as pessoas pensam que seu lugar ainda está “livre do vírus”. Tem prefeito de cidade do interior afrouxando as normas de fechamento do comércio e de restrição à circulação de pessoas baseando‐se justamente nessa falsa premissa. Mas se ele souber que quando o primeiro caso em sua cidade for confirmado provavelmente já haverá outros 99 ainda não notificados, e que, portanto, o vírus já pode estar circulando na sua cidade há vários dias, talvez já há semanas, e que a qualquer momento um deles vai dar entrada no único hospital da cidade e já de cara ocupar um dos dois leitos de UTI disponíveis, ele vai pensar 10 vezes antes de autorizar a reabertura do comércio!
Haverá, ainda, tempo de corrigir esses erros, antes da explosão de casos? Bom, certamente não vai se obter o mesmo benefício que se obteria se eles tivessem sido corrigidos há duas, três semanas. Muitas pessoas que não precisavam morrer vão morrer ― já estão morrendo ― porque os gestores públicos e as autoridades de saúde agiram conforme eu descrevi aqui. Mas muitas mais que não precisam morrer vão morrer se eles continuarem, se nós todos continuarmos, agindo da mesma maneira.
“Loucura é fazer sempre as mesmas coisas e esperar resultados diferentes.”
(Não, esta não é de Maquiavel; nem de Einstein, como às vezes se atribui. É de um grande sábio desconhecido mesmo…)
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2020.02.10 15:37 feijao_amortecido Headphones preço/qualidade

Boas malta, vim vos pedir uma opinião acerca de uns headphones com melhor preço qualidade até 50 euros. Já vi imensos mas as reviews não têm sido as melhores, já vi alguns na PC diga mas acho que não correspondem à qualidade do preço. O que vocês acham?
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2020.01.24 03:41 altovaliriano O futuro de A Espada Juramentada

Como explicado no texto anterior, o tom subliminar no fim de A Espada Juramentada é sinistro. O casamento entre Rohanne e Eustace é repleto de desvantagens e potenciais tragédias, mas até o momento desconhecemos as consequências da solução inortodoxa de casar Webber e Osgrey. Porém, talvez possamos estabelecer algumas projeções para o futuro com base nos indícios obtidos em outros livros.
É consenso entre o fandom de As Crônicas de Gelo e Fogo que Rohanne Webber se tornou Rohanne Lannister ao casar-se com Gerold Lannister, o que faz dela a avó de Tywin Lannister. Embora essa conexão nunca tenha sido feita em qualquer livro (nem mesmo no Mundo de Gelo e Fogo), a completa escassez de outras Rohannes em todo o cânone das Crônicas nos permite inferir isso através de pura lógica.
De fato, o interesse de Gerold Lannister em Rohanne Webber não é uma especulação de fã. É uma especulação feita pelos próprios personagens de Dunk & Egg, durante a análise dos pretendentes de Rohanne:
[...] Cleyton Caswell e Simon Leygood têm sido os mais persistentes, embora pareçam mais interessados nas terras do que na pessoa dela. Se eu fosse dado a apostas, colocaria meu ouro em Gerold Lannister. Ele ainda tem que aparecer por aqui, mas dizem que tem cabelos dourados e é rápido de raciocínio, e tem mais de um metro e oitenta...
– ... e a Senhora Webber é muito ligada às cartas dele. – A senhora em questão estava parada na porta, ao lado de um jovem meistre desajeitado, com um grande nariz adunco. – Você perderia a aposta, cunhado. Gerold nunca vai deixar voluntariamente os prazeres de Lannisporto e o esplendor do Rochedo Casterly por alguma pequena propriedade. Ele tem mais influência como irmão e conselheiro de Lorde Tybolt do que jamais poderia esperar ter como meu marido. [...]
(A Espada Juramentada)
Neste diálogo temos evidências de que, por algum motivo, Gerold e Rohanne se correspondem e que há atração entre ambos, mas que Rohanne não acredita que o segundo herdeiro Lannister tenha interesse o suficiente para desposá-la, enquanto que seu cunhado pensa o contrário.
Portanto, quem nos introduziu à ideia de que Gerold poderia aparecer a qualquer momento para tomar a tantas vezes viúva Webber para si foi o próprio GRRM. Assim, não é de se espantar que o fandom tenha pulado direto ao assunto quando viu o nome de Rohanne (sem o sobrenome) ter sido citado como “amada segunda esposa” de Gerold Lannister.
Este tipo de conclusão nos leva a mais perguntas: Quando Alysanne e Eustace morreram para que Gerold e Rohanne tenham ficado livres para que Lannister e Webber pudessem se unir? O que aconteceu com Fosso Gelado depois que Rohanne foi morar em Rochedo Casterly?
Mas O Mundo de Gelo e Fogo não encerra as esquisitices envolvendo Rohanne com seu casamento e filhos. Também ficamos sabendo que a Viúva Vermelha “desapareceu em circunstâncias misteriosas em 230 d.C., menos de um ano depois de dar à luz o quarto e mais jovem filho de sua senhoria, Jason” (TWOIAF, As Terras Ocidentais: Casa Lannister sob os dragões).
Assim, os mais interessantes personagens secundários de A Espada Juramentada parecem fadados ao mistério, o que acrescenta mais uma pergunta à lista anterior “O que levou ao desaparecimento de Rohanne?”. Para tentar entender o que aconteceu a cada um deles precisamos ir respondendo perguntas em ordem.

A morte de Alysanne Farman

Não sabemos quando Gerold e Alysanne se casaram. Apenas sabemos que Gerold estava solteiro e era contado entre os pretendentes de Rohanne em 211 DC (ano em que se passa A Espada Juramentada). Não há como saber se ele nunca havia se casado ou já era viúvo de Alysanne.
Há entre o fandom uma impressão de que ele já era viúvo, decorrente de a Wiki of Ice and Fire afirmar (sem qualquer evidência) que Alysanne teria morrido “em ou antes de 211 DC”. Da minha parte, as menções aos “prazeres de Lannisporto e o esplendor do Rochedo Casterly” me deu a ideia de que Gerold sequer havia se casado pela primeira vez e estava aproveitando a solteirice. Porém, quem pode dizer ao certo? Certamente não eu.
O certo é que Alysanne teria que ter morrido antes de que Gerold desposasse Rohanne. Sabendo que Tytos Lannister nasceu em 220 DC, seus irmãos gêmeos mais velhos Tywald e Tion teriam que ter nascido ao menos no ano anterior, 219 DC. Dessa forma, a primeira esposa de Gerold não poderia ter morrido depois dessa data.

A morte de Eustace Osgrey

Assim como Alysanne, Eustace Osgrey não poderia ter morrido após 219 DC, pois, caso contrário o nascimento de Tywald e Tion seria absolutamente impossível. Porém, para Eustace, morrer no ano de 219 DC teria mais significado do que para Alysanne, uma vez que foi neste ano em que teve início a Terceira Rebelião Blackfyre.
De fato, diante de tudo que presenciamos, seria natural que pensássemos que, por melhor que ele tenha se saído como consorte de Rohanne nos anos seguintes aos eventos de A Espada Juramentada, ele voltaria a se unir aos Blackfyre se houvesse nova chance. Afinal, Eustace é um homem de mais de 50 anos, leal e teimoso. E cães velhos não aprendem truques novos.
Uma vez que Dunk & Egg provavelmente lutaram durante a Terceira Rebelião, talvez veremos Sor Eustace novamente em uma futura novela de Dunk & Egg.
A nova derrota poderá significar sua execução e talvez até alguma culpa possa resvalar em Rohanne. Dentro desta hipótese Gerold poderia casar com Rohanne para evitar sua morte. Mas ela também pode simplesmente ficar disponível diante da viuvez, livre de qualquer responsabilidade sobre os atos de Eustace.
Voltaremos a explorar ambas as hipóteses a seguir. Por enquanto basta entender que Eustace não poderia ter morrido depois de 219 DC e seria muito pertinente que ele morresse naquele ano, no contexto da Terceira Rebelião Blackfyre.

Fosso Gelado após o casamento de Rohanne com Gerold

É de se imaginar que o casamento de ambos resultasse na ascensão do primo Wendel Webber à condição de Senhor de Fosso Gelado. Afinal, cogitar que Rohanne simplesmente acumularia o título de Senhora de Fosso Gelado e Rochedo Casterly parece um pouco forçado.
Porém, a continuidade e sucessão do poder dos Webber sobre Fosso Gelado dependeria de sua lealdade Trono de Ferro (lado vencedor de todas as Rebeliões Blackfyre). Assim, assumindo que os Webber-Osgrey não tivesse se aliado aos Blackfyre, ou ao menos que os Webber não levassem a culpa por atitudes de Eustace na Terceira Rebelião, o controle dos Webber sobre Fosse Gelado estaria seguro.
Entretanto, como dito acima, seria muito pertinente que Eustace tivesse participado da Terceira Rebelião apoiando os Blackfyre com o poder de Fosso Gelado. Neste hipótese, quando a derrota viesse, a reincidência de Eustace custaria sua vida e a participação dos Webber custaria seus domínios.
Dessa forma, a Casa Webber perderia seus prestígio e bens e Rohanne, viúva pela quinta vez, seria absorvida para a Casa Lannister, por um homem que manteve-se interessado por ela ao longo os anos, Gerold.
Pode parecer que eu estou especulando livremente sobre este assunto, mas na verdade estou tentando desenhar uma linha entre dois pontos soltos. O primeiro ponto solto é a proximidade da Quarta Rebelião com todas as datas estimadas acima. O segundo ponto solto é a existência de um suposto integrante da Casa Webber na companhia mercenária Soprados, quase 90 anos depois:
O Príncipe Esfarrapado continuou como se ninguém tivesse falado.
Webber, você sonha reivindicar as terras perdidas em Westeros. Lanster, eu matei aquele menino pelo qual você era tão afeiçoado. Vocês três, dornenses, acham que menti para vocês. A pilhagem em Astapor foi muito menor do que prometeram para vocês em Volantis, e eu fiquei com a parte do leão.
(ADWD, O Soprado pelo Vento)
Assim, me parece que a Terceira Rebelião Blackfyre seria o momento ideal para que essas terras fossem perdidas. O que faria do mercenário Webber um provável descendente do primo Wendel.

O desaparecimento de Rohanne

Este é o evento futuro mais comentado entre os leitores. Especialmente porque as circunstâncias foram expressamente chamadas de “misteriosas”. Pessoas normais entenderiam que isto seria um sinal de que GRRM vai guardar segredo até quando puder. Mas fandoms não são feitos para pessoas normais.
Não surpreende, portanto, que a especulação mais disseminada seja a mais absurda. Em resumo, alega-se que Rohanne fugiu de Rochedo Casterly para se unir aos Blackfyre, assumiu o nome de Calla e se casou com Aegor Rivers, o Açoamargo. Na verdade, postula-se que Rohanne sempre foi a filha de Daemon, só estava sendo criada pelos Webber sob disfarce.
Obviamente nenhuma parte dessa teoria suporta qualquer tipo de auditoria. Desde as datas de nascimento até a idade de Rohanne quando ela teria fugido para se casar. Com 44 anos de idade, seria difícil que ela tivesse produzido um herdeiro para Aegor. Infelizmente, essa crítica perde força quando levamos em conta que, em 2018, GRRM disse que Açoamargo não teve filho algum. Portanto, seu relacionamento com Calla não era marcado pela busca por um herdeiro.
No final, eu acho que GRRM não deixou indícios o suficiente para sequer formularmos um hipótese.
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2019.11.12 21:42 xi_save_earth Um guia para o golpe boliviano de 2019 (tradução automática)

Conteúdo original de https://pastebin.com/WWKsnBqR.
Reuni isso para combater os argumentos que tenho visto com mais frequência em relação ao golpe contra Evo Morales na Bolívia.

Reivindicação 1: Evo encheu o tribunal cheio de partidários para que ele pudesse se tornar presidente vitalício

Em 2016, foi realizado um referendo para determinar se Evo Morales seria capaz de concorrer à reeleição. Ele perdeu por pouco este referendo.
Evo Morales concordou em cumprir os resultados do referendo de 2016, impedindo sua candidatura à reeleição até o Supremo Tribunal reverter a decisão.
https://www.lostiempos.com/actualidad/pais/20171129/tribunal-constitucional-avala-reeleccion-indefinida-evo-morales
Muitos estabelecimentos ocidentais alegaram que Evo Morales lotou a corte para manter o poder. No entanto, esta afirmação é questionável.
A constituição boliviana de 2009, aprovada por referendo, especifica o processo pelo qual uma pessoa é submetida ao Supremo Tribunal Federal. Você pode ler a constituição completa aqui: https://web.archive.org/web/20090521023641/http://www.presidencia.gob.bo/download/constitucion.pdf
O processo é o seguinte: Os candidatos ao tribunal constitucional são pré-selecionados pela Assembléia Legislativa. Há um juiz correspondente a cada um dos nove departamentos (estados) da Bolívia. Cada estado vota em seu juiz e o vencedor do voto popular é colocado na quadra.
É absolutamente desonesto agir como se o processo de seleção boliviano fosse menos democrático do que o que existe na grande maioria do mundo. Nos Estados Unidos, os juízes da Suprema Corte são selecionados por uma pessoa (o presidente, que nem precisa ter ganho um voto popular em todo o país) e aprovados sem nenhuma contribuição dos cidadãos pelo Senado (a câmara do Congresso que menos reflete a popularidade vontade, pois é independente da população).
Evo está no poder desde 2006. Embora seja uma quantidade decente de tempo, não vamos esquecer que Angela Merkel é a chefe do ramo executivo da Alemanha desde 2005, e ninguém está questionando seu mandato.

Reivindicação 2: a eleição de 2019 foi cheia de irregularidades ou fraudada

Essa narrativa foi perpetuada pela OEA e por grupos de oposição na Bolívia sem provas.
A primeira alegação de irregularidades eleitorais foi publicada em um comunicado de imprensa da OEA (https://www.oas.org/en/media_centepress_release.asp?sCodigo=E-085/19). A reivindicação deles:
A Missão da OEA manifesta sua profunda preocupação e surpresa com a mudança drástica e difícil de explicar na tendência dos resultados preliminares revelados após o encerramento das pesquisas.
Às 19:40 do domingo, 20 de outubro, o TSE divulgou os resultados do TREP. Esses números indicavam claramente uma segunda rodada, uma tendência que coincidia com a única contagem rápida autorizada e o exercício estatístico da Missão. Nossas informações foram compartilhadas hoje com o TSE e o Ministério de Relações Exteriores.
Às 20:10, o TSE parou de divulgar resultados preliminares, por decisão do plenário, com mais de 80% dos votos contados. 24 horas depois, o TSE apresentou dados com uma inexplicável mudança de tendência que modifica drasticamente o destino da eleição e gera uma perda de confiança no processo eleitoral.
Para entender essa situação, é preciso primeiro entender o sistema eleitoral da Bolívia. Essa análise estatística, conduzida pelo Centro de Pesquisa Econômica e Política em Washington DC, fornece uma boa visão geral do sistema eleitoral: http://cepr.net/images/stories/reports/bolivia-elections-2019-11.pdf?v=2
Há potencialmente duas rodadas nas eleições presidenciais da Bolívia. Um candidato que recebe mais de 50% dos votos, ou pelo menos 40%, com 10 pontos percentuais de vantagem sobre o vice-campeão no primeiro turno, é declarado vencedor. Se nenhum candidato atender a um desses requisitos, os dois candidatos com mais votos deverão se enfrentar nas eleições de segundo turno.
...
O TSE possui dois sistemas de contagem de votos. O primeiro é uma contagem rápida, conhecida como Transmissão de Resultados Eleitorais Preliminares (TREP, a seguir denominada contagem rápida). Este é um sistema que a Bolívia e vários outros países latino-americanos implementaram seguindo as recomendações da OEA. Foi implementado para a eleição de 2019 por uma empresa privada em conjunto com o Serviço de Registro Cívico (SERECÍ), o serviço de registro civil, e foi projetado para fornecer um resultado rápido - mas incompleto e não definitivo - na noite das eleições para dar aos meios de comunicação uma indicação da tendência de votação e informar o público. É improvável que o TSE processe 100% dos resultados na contagem rápida de votos em todo o país devido a limitações logísticas e a quantia processada pode variar amplamente de acordo com a geografia e o tipo de votação. Por exemplo, no referendo constitucional nacional de 2016, processou 81,2% dos resultados antes de realizar uma conferência de imprensa por volta das 18h15. na noite da eleição. Os resultados do referendo autônomo de 2016 foram divulgados para cada jurisdição, com 66,7 a 100% dos resultados processados ​​às 19h30. na noite da eleição. Nas eleições judiciais de 2017, uma Missão de Especialistas Eleitorais da OEA elogiou o desempenho do sistema de contagem rápida por divulgar os resultados em 80%, por volta das 21h30.
O segundo sistema de contagem de votos é a contagem oficial (ou cómputo), que é juridicamente vinculativa sob a lei boliviana. A contagem oficial é mais completa e precisa e leva mais tempo. É o único sistema válido de contagem de votos, e o TSE o utiliza para determinar e anunciar os resultados finais das eleições.
Após a conclusão da votação, as cédulas individuais são contadas nas estações de voto e agregadas em actas ou folhas de registro. Para a contagem rápida não vinculativa, os resultados das folhas de registro são enviados aos operadores de verificação SERECÍ por meio de um aplicativo móvel, juntamente com fotos das próprias folhas. As fichas de registro são então enviadas fisicamente para um Tribunal Eleitoral Departamental (TED), onde as informações são verificadas e inseridas na contagem oficial.
O mesmo relatório também indica que o salto nas votações observado pela OEA não era apenas estatisticamente possível, mas provável. A interrupção nas transmissões do TREP ocorreu porque demorou mais tempo para a votação rural chegar. De qualquer forma, nenhuma irregularidade ocorreu na contagem oficial.
Além disso, uma análise das pesquisas de opinião na Bolívia antes das eleições parece mostrar resultados semelhantes. Pesquisas entre eleitores elegíveis mostraram que Evo recebeu entre 42,8 e 51,9% dos votos contra 25,6 a 34,3% de Mesa: https://www.as-coa.org/articles/poll-tracker-bolivias-2019-presidential-race
Os resultados oficiais das eleições, se é que mostram alguma coisa, mostram um leve impulso para Mesa, com Morales recebendo 47,08% e Mesa recebendo 36,51% dos votos. Esses resultados não são muito diferentes das pesquisas anteriores à eleição.
No entanto, no domingo, a OEA divulgou sua auditoria das eleições e recomendou uma nova eleição. Reservei um tempo para ler esta auditoria e determinar quais eram as suas queixas. Você pode encontrar o texto dessa auditoria aqui (em espanhol): http://www.oas.org/documents/spa/press/Informe-Auditoria-Bolivia-2019.pdf
Suas queixas, resumidas:
Criticou a segurança e o procedimento dos sistemas de computador, tanto para a contagem rápida quanto para a oficial, incluindo reclamações sobre como foi testado, configuração do servidor e controles de acesso ao software.
O redirecionamento de transmissões de certas máquinas na contagem rápida TREP para um servidor externo não reconhecido.
Uma análise de várias irregularidades relatadas constatou que 23% delas eram credíveis.
A OEA reconheceu a dificuldade de verificar os resultados nos municípios de Chuquisaca, Beni, Pando, Potosí e Santa Cruz devido à destruição de cédulas e equipamentos eleitorais. [NOTA: essa destruição pós-eleitoral do material eleitoral ocorreu durante protestos organizados pela oposição de Morales por manifestantes antigovernamentais https://www.thenation.com/article/bolivia-elections-morales/]
Faltava segurança processual das eleições em vários distritos (regras que não são seguidas pelos funcionários eleitorais locais)
Em conseqüência, a OEA concluiu:
A equipe de auditoria não pode validar os resultados da presente eleição e recomenda outro processo eleitoral. O processo futuro deve contar com novas autoridades eleitorais para poder realizar eleições confiáveis.

Reivindicação 3: Este não é um golpe, mas uma restauração da democracia

Quando os resultados desta auditoria foram divulgados, Evo Morales concordou imediatamente com uma nova eleição com uma nova comissão eleitoral. Apesar disso, os líderes da oposição Carlos Mesa e Luis Fernando Camacho exigiram a renúncia de Evo e o impedimento de sua participação nas novas eleições. https://www.theguardian.com/world/2019/nov/10/evo-morales-concedes-to-new-elections-after-serious-irregularities-found
Essa é uma demanda ... interessante: como a auditoria da OEA não encontrou evidências de manipulação por parte do governo Morales ou de seu conselho eleitoral, eles apenas encontraram falhas que poderiam ter sido manipuladas e sua recomendação era que o governo investigasse essas falhas e determinasse a responsabilidade. Exigir uma renúncia do Presidente parece uma postura bastante rígida nesse cenário.
Horas após esse anúncio, vários generais realizaram uma conferência de imprensa na qual pediram a Morales que renunciasse à presidência. Evo cedeu às suas demandas logo depois, concordando em renunciar como presidente para "garantir a paz social".
https://elpais.com/internacional/2019/11/10/actualidad/1573386514_263233.html
Autoridades policiais e militares começaram a prender funcionários da Suprema Corte, funcionários do Tribunal Eleitoral e políticos do partido MAS depois que Evo renunciou.
https://www.notimerica.com/politica/noticia-bolivia-detenidos-25-miembros-tribunales-electorales-irregularidades-comicios-presidenciales-20191111172213.html
Houve um colapso civil, com apoiadores de ambas as partes atacando casas e prédios do governo. A casa de Evo Morales foi arrombada e saqueada. A embaixada da Venezuela na Bolívia também foi demitida.
https://www.clarin.com/mundo/atacaron-casa-evo-morales-cochabamba-saqueos-varias-ciudades-bolivia_0_6zbi-rOV.html
Os líderes da oposição entraram no palácio do governo ainda no domingo, incluindo Luis Fernando Camacho. A Wiphala (bandeira indígena que se tornou a bandeira secundária da Bolívia) foi derrubada. Um dos participantes (um pastor) colocou uma Bíblia na bandeira boliviana e disse: “A Bíblia voltou ao palácio. O Pachamama nunca mais voltará. ”O Pachamama é uma deusa importante do povo indígena da Bolívia.
https://www.jornada.com.mx/ultimas/mundo/2019/11/11/nunca-mas-volvera-la-pachamama-al-palacio-de-gobierno-en-bolivia-3923.html
O próprio Camacho é um ex-membro da União da Juventude de Santa Cruz, que, de acordo com Max Blumenthal, é uma organização nacionalista de direita explicitamente envolvida em violências anti-Morales e anti-indígenas.
https://thegrayzone.com/2019/11/11/bolivia-coup-fascist-foreign-support-fernando-camacho/
Os militares e a polícia já declararam que iniciarão operações para restaurar a ordem na cidade de El Alto. El Alto tem sido historicamente um local de protesto indígena e é uma área que apoia Evo Morales.
https://www.france24.com/es/20191112-bolivia-choques-policia-evo-mortales
Quase todos os políticos na linha de sucessão imediata deixaram o cargo ou foram presos após a remoção de Morales. Isso inclui Alvaro Garcia, ex-vice-presidente, e a presidente do Senado, Adriana Salvatierra (ambos membros do MAS). Jeanine Añez, líder da oposição no Senado, reivindicou o papel de presidente interina. Em outras palavras, o líder do partido minoritário na câmara alta assumiu o controle do poder executivo, apesar de o mandato de Morales das eleições de 2014 o ter mantido no cargo até janeiro do próximo ano, quando o próximo presidente seria ser inaugurado.
https://www.elpais.com.uy/mundo/renuncia-evo-morales-quedara-cargo-bolivia.html
Morales procurou asilo no México e chegou lá hoje. Jeanine Añez disse que o único objetivo de seu governo de transição é promover novas eleições, mas ainda não foi definida uma data. As duas casas do Congresso ainda precisam confirmar sua presidência.
https://www.bbc.com/news/world-latin-america-50383608
No que diz respeito a um golpe, não importa realmente se a auditoria da OEA é precisa na avaliação da fraude eleitoral.
Evo Morales concordou imediatamente em atender ao pedido e só se demitiu depois que os militares o pediram. Definitivamente, isso é um golpe de estado e é altamente incomum que não esteja sendo relatado como tal, especialmente porque atualmente não há presidente em exercício, mas os militares já começaram ações de execução unilateralmente em El Alto.

Bônus: Esta é obviamente uma operação apoiada pelos EUA, certo?

A análise histórica básica leva a suspeitar do envolvimento dos EUA de uma forma ou de outra, mas é importante poder apoiar essas alegações com evidências.
Recentemente, uma série de gravações de áudio vazadas parece ter fornecido as primeiras evidências claras de envolvimento externo na Bolívia. 16 gravações de áudio sugerem que figuras do governo americano, colombiano e brasileiro falaram e apoiaram líderes da oposição boliviana em seu objetivo de remover Morales do poder. Os senadores norte-americanos Marco Rubio, Bob Menendez e Ted Cruz são todos mencionados pelo nome. Os planos descritos nas gravações de áudio vazadas incluem a queima de casas de políticos e o ataque à embaixada cubana.
https://elperiodicocr.com/bolivia-filtran-audios-de-lideres-opositores-llamando-a-un-golpe-de-estado-contra-evo-morales/
Marco Rubio já havia twittado expressando preocupação com as eleições bolivianas logo após as eleições, antes que a OEA emitisse sua declaração de preocupação com as eleições. Rubio escreveu seu tweet às 10h12, enquanto o relatório da OEA era publicado por volta das 21h.
https://twitter.com/marcorubio/status/1186284033178767361 https://twitter.com/OAS_official/status/1186456799089692673
Donald Trump aplaudiu o exército boliviano por remover Evo Morales, chamando sua renúncia de "vitória para a democracia". https://www.whitehouse.gov/briefings-statements/statement-president-donald-j-trump-regarding-resignation-bolivian-president-evo-morales/
O Grayzone informou sobre ligações entre membros da oposição boliviana e agentes de mudança do regime de inteligência dos EUA. O fundador da Rios de Pie, uma organização supostamente ambientalista, tem vários vínculos circunstanciais com a CANVAS, um grupo vinculado à CIA que esteve envolvido em várias operações de mudança de regime. Não é uma prova concreta de nada, mas é suspeita. https://thegrayzone.com/2019/08/29/western-regime-change-operatives-launch-campaign-to-blame-bolivias-evo-morales-for-the-amazon-fires/
Edit: Yuri Calderón (o general que exigiu a renúncia de Morales) trabalhou como adido militar em DC em 2013, e com a APALA (Polícia Agregada da América Latina), com sede em DC.
https://twitter.com/jebsprague/status/1193986589749211136?s=21
Não posso dizer com absoluta certeza que os EUA estiveram envolvidos nesse golpe, mas as considerações históricas e as evidências circunstanciais correspondem a um padrão de operações anteriores de mudança de regime apoiadas pelos EUA em um grau significativo.
Independentemente da sua opinião sobre Evo Morales e se a eleição é questionável, há boas razões para se preocupar com a situação na Bolívia, especialmente para as populações indígenas que historicamente enfrentam violência e opressão racistas. Já vimos atos destrutivos contra símbolos indígenas e os vínculos entre os golpistas e grupos de extrema-direita são significativos.ência, a OEA concluiu:
A equipe de auditoria não pode validar os resultados da presente eleição e recomenda outro processo eleitoral. O processo futuro deve contar com novas autoridades eleitorais para poder realizar eleições confiáveis.
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2019.09.03 23:33 s1egfried Governo Bolsonaro esmaga a ciência brasileira, diz pesquisador -- Reinaldo José Lopes

Texto integral do artigo original, mas sem o paywall
Fonte: https://darwinedeus.blogfolha.uol.com.b2019/09/03/governo-bolsonaro-esmaga-a-ciencia-brasileira-diz-pesquisado
Acesso em: 03/09/2019 18h08
3.set.2019 às 11h51

Governo Bolsonaro esmaga a ciência brasileira, diz pesquisador

Reinaldo José Lopes
Pela terceira vez, é com prazer que recebo aqui no blog um texto do professor Marcelo Lima, do Departamento de Fisiologia e do Laboratório de Neurofisiologia da Universidade Federal do Paraná. O professor Marcelo apresenta abaixo um diagnóstico lúcido e, infelizmente, um bocado triste da ciência brasileira sob a égide de Bolsonaro. Sem mais delongas, vamos ao texto.
———————
Sim, o governo Bolsonaro esmaga a ciência brasileira
Escrevi, meses atrás, por ocasião dos 100 dias do novo governo federal, um texto fazendo um breve balanço acerca das expectativas da comunidade científica brasileira sobre as políticas de Bolsonaro para a área.
Descrevi o panorama de cortes de recursos tanto para o MEC (Ministério da Educação) quanto para o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e manifestei minha estupefação a respeito da (agora consolidada) retórica obscurantista disseminada que víamos. O fato novo, e que começa a ganhar um contorno bastante vívido, ao olharmos para nossos pares, é que tal postura de confrontação absoluta e de pauperização de recursos começa a esmagar, dia a dia, a moral e a motivação de nossos pesquisadores, docentes e alunos.
Confesso nunca ter visto, dentro da universidade, tamanha frustração, sentimento de impotência, depressão e resignação. Minha percepção é que o governo está sendo bem sucedido nessa empreitada de desmantelamento, uma vez que agride além da esfera profissional.
A carreira científica nunca foi de grande atratividade para nossos jovens, fruto principalmente das poucas oportunidades de colocação profissional, mas esse quadro se torna cada vez mais precário, uma vez que não teremos condições nem mesmo de oferecer formação científica para nossos jovens. O CNPq, em sua página eletrônica, já coloca em letras garrafais “O CNPq informa a suspensão de indicações de bolsistas, uma vez que recebemos indicações de que não haverá a recomposição integral do orçamento de 2019”.
Há ainda outros alertas: “Informamos que está suspensa, até 30/09/2019, a seleção de bolsistas relativa à Chamada CNPq 22/2018 – segundo período, tendo em vista o disposto no item 16.2 do instrumento convocatório e a indisponibilidade de recursos orçamentários no corrente exercício” e “Informamos que, devido ao atual cenário orçamentário e ao Decreto no. 9.741 de 29 de março de 2019, está suspensa, temporariamente, a implementação de novas bolsas referentes à chamada Universal MCTIC/CNPq no. 28/2018”.
Essas suspensões orçamentárias tem caráter temporário apenas por força de validade do referido decreto, refletindo clara e definitivamente a falta de apreço do governo pela ciência brasileira de hoje e, principalmente, de amanhã, que poderá nem mesmo existir.
Essa crise é repercutida internacionalmente pelas mais renomadas revistas da literatura científica mundial, como a Science e a Nature, em artigos que resumem a situação.
Ironicamente, nesse ambiente infértil, estamos discutindo, em conjunto com a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), a nova formatação de avaliação dos programas de pós-graduação do Brasil, em que se pesam critérios como planejamento estratégico, qualidade e adequação das teses e dissertações, da produção intelectual e dos docentes, destino e atuação dos egressos, internacionalização e impactos na sociedade.
Embora constante e sempre salutar, tal discussão, no ambiente atual, desfruta da inata cientificidade de nossa comunidade. Explico: dê-nos um aspecto técnico para discutirmos que o faremos a exaustão, até chegarmos a alguma conclusão, mesmo que esse aspecto seja referente a como construirmos o melhor e mais eficiente telhado sem ao menos sabermos se haverá tijolos para as paredes.
Pergunto: até quando fará sentido pensarmos em métricas de aumento da qualidade se nossa atividade está à beira do cadafalso? Será que a sociedade brasileira tem uma percepção clara das consequências e dos impactos dessas escolhas para a soberania do Brasil? Parece-me cristalino que, quando um governo vende a ideia de ser patriota “acima de tudo”, contradiz-se gravemente ao impingir tamanha penúria à ciência e às universidades federais.
A proposta do “Future-se” foi à resposta do governo federal à crise, sem trazer nenhuma solução que já não tenha sido contemplada, por exemplo, pela Lei do Marco Legal da Ciência e Tecnologia (Lei No. 13.243 de 11 de janeiro de 2016), e carregando ainda um autoritarismo típico da atual gestão.
Não é à toa que a esmagadora maioria das universidades federais, após longas semanas de discussões e audiências públicas, tem produzido relatórios e pareceres que rejeitam a adesão ao projeto. O projeto chama a atenção também por se fundamentar em ideias fantasiosas de que se poderá arrecadar, por meio de um fundo de gestão obscura, cerca de R$ 50 bilhões através de investidores privados, sendo que atualmente já não há barreiras legais para tais parcerias.
Portanto, já deveríamos contar com um significativo aporte de recursos por meio de parcerias público-privadas, mas não as temos. É possível concluir que a pesquisa científica não gera atratividade para o empresariado brasileiro, que está imerso em impostos e majoritariamente dedica-se à sobrevivência de seus negócios, em sua maioria voltados à prestação de serviços. Além disso, não temos uma cultura formada, aos moldes americanos, de fomento a doações por parte de ex-alunos economicamente bem sucedidos. Há, porém, exemplos de situações em que grandes empresários brasileiros doam fortunas para universidades ou institutos de pesquisa dos Estados Unidos, mas não do Brasil.
Mas o golpe mais duro, no momento, está sendo dado no CNPq, que necessita da liberação de mais R$ 330 milhões de reais para conseguir honrar seus compromissos em 2019. Lembremos que essa situação já tinha sido antecipada em março deste ano pelo presidente do órgão, João Luiz Filgueiras de Azevedo.
A consequência disso será concretizada num corte de 84 mil bolsas de pesquisa que correspondem aos salários de alunos de mestrado, doutorado e pós-doutorado que compõem o grande volume produtivo da ciência brasileira. Para que se entenda isso, devemos imaginar que um laboratório de pesquisa funciona como uma pequena empresa. O gerente equivaleria ao pesquisador principal, que é um docente com amplo domínio daquela área do conhecimento, sendo, portanto, o responsável pela captação de recursos e orientação intelectual e metodológica dos alunos de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado envolvidos.
Esses alunos, portanto, corresponderiam aos funcionários da empresa, sendo remunerados com bolsas de pesquisa e gerando inúmeros produtos como artigos científicos, livros, softwares, medicamentos, vacinas, novos métodos diagnósticos e terapêuticos, entre tantos outros. A própria formação desses recursos humanos altamente qualificados já corresponde a um produto elementar para qualquer país que se propõe a galgar degraus em escalas de desenvolvimento social e econômico.
Tal cenário de desmantelamento é compatível com uma eventual extinção do CNPq ou mesmo fusão com a Capes, para desespero também de seus dirigentes, que se mostram frontalmente contrários a isso, devido a missões e orçamentos distintos das respectivas agências.
Nesse ínterim, não se vê nenhuma ação resolutiva por parte do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, que também se revelou omisso frente à truculência e boçalidade do presidente Bolsonaro a respeito dos dados sobre as queimadas levantados pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Somado a tudo isso, devemos lembrar que estamos à beira de um colapso das universidades federais, considerando o corte orçamentário sem previsão de restabelecimento.
A incapacidade de negociação, ou mesmo de reflexão e autocrítica, por parte do governo, é compatível com essa postura beligerante. Ao debater com um dirigente de alto escalão do governo federal, ligado ao MEC, e com extensa formação acadêmica, fiquei consternado ao ouvir que as críticas que nós, docentes/cientistas, fazemos a essas políticas deletérias servem apenas para reforçar as convicções portadas pelo governo.
Portanto, concluo que a atual gestão federal em momento algum será sensível às nossas causas, já que mesmo os “supostamente” mais bem-intencionados de seus integrantes viram as costas para a ciência e para a universidade pública. Iremos, cada vez mais, ter nossas atividades de produção de conhecimento sendo paralisadas por inanição, removendo assim o nosso país de um honroso e arduamente conquistado décimo-terceiro lugar em produção científica mundial e colocando-o num patamar de ostracismo científico e intelectual que não merecemos e do qual não nos recuperaremos em uma ou duas gerações.
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2019.04.03 02:16 letmeseethis3 Dúvida sobre como interpretar claúsula em um contrato de compra/venda de um terreno

Boa noite.
Estou com um contrato em mãos referente a compra de um terreno.
Acordamos que os pagamentos se darão da seguinte forma:
• R$ 27.000 divididos em 48 parcelas mensais de R$ 562,50 cada;
• R$ 3.000 divididos em 3 parcelas anuais de R$ 1.000,00 cada;
Além destes valores, foi incluso a cláusula de juros que possui seguinte texto:
As parcelas constantes nas alíneas “b” e “c” desta cláusula serão corrigidas da seguinte forma: o valor de cada parcela será acrescido da variação acumulada do INCC-M mais juros a razão de 1% (um por cento) ao mês de forma cumulativa, contados da data de assinatura do presente contrato até a data de vencimento de cada parcela.
As cláusulas "b" e "c" correspondem aos parcelamentos citados acima.
Minha dúvida é como devo calcular o juros total destes valores apresentados.
Do meu entendimento, o juros mensal será 1% + "variação acumulada do INCC-M".
E como é citado o termo "forma cumulativa", estes valores de juros incidiram sobre o resultado do valor da parcela do mês anterior mais os juros?
Exemplo:
1ª parcela seria R$ 562,50.
2ª parcela seria R$ 562,50 + 1,5% (1% + valor que estipulo ser a variação acumulada do INCC-M de dado mês, neste caso 0,5%) = R$ 570,93
3ª parcela seria R$ 570,93 + 1,5% = R$ 579,50
Etc.
Poderiam me auxiliar para entender esta cláusula de juros? Estaria meu entendimento errado?
submitted by letmeseethis3 to ConselhosLegais [link] [comments]


2018.09.06 22:34 sky11pr Resultado da Sondagem às eleições do Sporting

Link original: https://www.reddit.com/SportingCP/comments/9a6vjsondagem_elei%C3%A7%C3%B5es_sporting_cp/
Conforme prometido, deixo aqui os resultados da sondagem às eleições do Sporting. Neste estudo, foram realizados 1426 inquéritos, dos quais 1297 correspondem a adeptos do Sporting CP, dos quais 871 correspondem a sócios do Sporting CP, dos quais 777 correspondem a sócios votantes do Sporting CP. Atenção que as respostas não vieram só desta sub. Aliás, nunca conseguiria obter uma amostra decente (neste caso, quase 1500 respostas) só nesta sub. Diria que menos de 10% das respostas terão vindo daqui. Tive um anúncio a correr no Facebook durante quase 15 dias, onde publicitei o link para o inquérito. Numa primeira fase, o link aparecia às pessoas que têm like na página do Sporting do Facebook e que residiam na área de Lisboa. Numa segunda fase, o link aparecia às pessoas que têm like na página do Sporting do Facebook e que residiam em Portugal.
Ficha técnica da sondagem:https://imgur.com/UCSjJ2t
Resultados da sondagem:
1- Preferências dos Sportinguistas (adeptos e sócios)
https://imgur.com/MnPjGvd
https://imgur.com/lgykqzt
2- Distribuição dos Sportinguistas e dos sócios votantes pela sua faixa etária. Distribuição dos sócios pela sua categoria de voto e antiguidade de sócio
https://imgur.com/mp5fEwG
https://imgur.com/mOZLwjy
3- Em quem vota o eleitorado dos sócios suspensos
https://imgur.com/BMtrVsE
4- Preferência dos sócios votantes do Sporting CP
https://imgur.com/OcZZTC9
https://imgur.com/R3LjeJr
5- Resultado de umas hipotéticas eleições onde os sócios suspensos e hipotéticos candidatos pudessem ir a votos
https://imgur.com/t8Pc5qg
6- RESULTADO DAS ELEIÇÕES À PRESIDÊNCIA DO SPORTING CP
https://imgur.com/F4Mneqk
Lista A - João Benedito 45,38%
Lista B - José Maria Ricciardi 13,50%
Lista C - Pedro Madeira Rodrigues 2,35%
Lista D - Frederico Varandas 18,95%
Lista E - Rui Jorge Rego 2,31%
Lista F - Dias Ferreira 4,81%
Lista G - Fernando Tavares Pereira 0,72%
Voto em branco / Nulo 11,98%
Erro (nível de confiança = 95%) 5,37%

MAIS INFORMAÇÕES:
- Tal como prometido, deixo aqui todas as respostas aos inquéritos
https://docs.google.com/spreadsheets/d/1zy2dgPDqmKl4CnEjrtc8tqckAa1nCONGa287udtPlhg/edit?usp=sharing
-Inquérito realizado
https://imgur.com/a/e7eMCqk
- Relatório da sondagem:
https://jmp.sh/1qPYCfb
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2018.06.19 20:23 kombidriverbrahma Cidades mais violentas têm 9 vezes mais pessoas na extrema pobreza do que as menos; BA e RJ concentram recordistas - 50% das mortes violentas ocorreram em 123 municípios, que correspondem a 2,2% do total de cidades.

Cidades mais violentas têm 9 vezes mais pessoas na extrema pobreza do que as menos; BA e RJ concentram recordistas - 50% das mortes violentas ocorreram em 123 municípios, que correspondem a 2,2% do total de cidades. submitted by kombidriverbrahma to brasil [link] [comments]


2017.10.28 17:11 impicklerickkk123 (Sério) Universitário: Conselhos

Boas, vou ser sucinto e só gostava de dicas como melhorar a minha situação. Basicamente sou estudante de medicina e está a custar ficar os fins-de-semana por cá. Tento melhorar a minha vida em todos os aspetos, estudo muito, vou ao ginásio quase todos os dias, tenho uma alimentação cuidada todos os dias, visto-me bem, meto conversa com o pessoal. Acontece que bate uma tristeza grande, não só nos fins-de-semana, mas igualmente durante a semana. Estou quase sempre sozinho a fazer as minhas coisas e nos tempos mortos (que correspondem a 50% da minha semana) fico só a olhar para o computador e só me apetece cagar nisto tudo. Não tenho depressão nem nada que se pareça, mas quando comparo a minha vida à dos outros fico confuso. Os meus colegas, e a maior parte dos universitários, parece-me, têm sempre companhia e uma vida muito preenchida. Por isso queria saber se a minha situação é normal ou não e queria saber como posso melhorar.
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2017.08.04 15:28 feedreddit “Verdadeiramente assustador”: Ex-Comandante da PMERJ critica visão de general para a ocupação militar no Rio

“Verdadeiramente assustador”: Ex-Comandante da PMERJ critica visão de general para a ocupação militar no Rio
by Cecília Olliveira via The Intercept
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Não existe plano para segurança do Rio. Não para cidadãos comuns. Isso ficou muito claro esta terça (01) durante o evento “Brasil de Ideias”, que reuniu ministros e autoridades para “debater” a segurança do país, em Copacabana, para uma plateia de empresários.
Dentre os palestrantes nenhum falou sobre planejamento estratégico ou investimentos da operação das Forças Armadas no Rio de Janeiro, que, segundo o ministro da Defesa, Raul Jungmann, dura até 2018. Também não foi dita uma única palavra sobre os motivos da “crise” no estado: a corrupção generalizada perpetrada pelo PMDB’ que deixou o Rio numa miséria política e institucional como poucas vezes vista país afora, e a total falta de planejamento. Nenhuma palavra sobre um ex-governador preso, um governador que se equilibra no cargo para não perder o foro privilegiado e um vice que aparece nas listas da Odebrecht.
Em 2006 o Exército e polícias ocuparam nove favelas em busca de armas. Na imagem, Exército na Favela de Manguinhos, na Zona Norte da cidade do Rio.
Foto: Vanderlei Almeida/AFP/Getty Images
Pelo contrário, tinha ali um representante do governo passado. Índio da Costa foi parte do secretariado de Cabral, embora pareça não se lembrar o suficiente disso. Estiveram presentes ainda o Ministro do TCU, João Augusto Ribeiro Nardes; o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Westphalen Etchegoyen;o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra; e o Diretor de Operações do Comitê Rio-2016, General Marco Aurélio Vieira.
Por outro lado, sobrou senso comum, críticas genéricas e citações de dados sem fonte. Mas isso não foi problema. Os líderes políticos, representantes de entidades empresariais, CEOs e presidentes de grandes empresas do Rio de Janeiro não se atentaram a estes “detalhes”.
Licença para matar?
“Produzimos teses, produzimos dissertações, produzimos monografias e eu pergunto: quanto reduzimos da criminalidade? Quanto avançamos nisso? Nós precisamos agir. Nós precisamos fazer”, frisou o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Westphalen Etchegoyen.
Para ele, existem dois fatores críticos para o sucesso da operação das Forças Armadas no Rio: a adesão da sociedade e “a compreensão que a mídia terá do que tem sido feito”. Isto porque, de acordo com o ministro, haverá “insucessos” e “incidentes”. “Nós estamos numa guerra. Vai acontecer. É previsível que aconteçam coisas indesejáveis, inclusive injustiças. Ou a sociedade quer ou não quer. Os ismos que interpretaram a realidade, integrados com o politicamente correto, é que nos impede de discutir qualquer coisa”, finaliza.
A fala do ministro-general vai de encontro ao que o ex-secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame disse em 2007: não se pode “fazer um bolo sem quebrar ovos” – em referência ao alto número de balas perdidas em operações policiais.
Poucos dos presentes estranharam as afirmações. “Isso é alarmante. É uma perspectiva bélica, que entende que política de segurança se faz sob a perspectiva militarizada e que desconsidera que a própria vocação do Exército não está ligada ao enfrentamento do próprio cidadão brasileiro. As Forças Armadas não estão destinadas a fazer guerra contra seus nacionais. Aliás, as Forças de nenhum país do mundo estão. Isso é um patamar mais alto da incompreensão da segurança pública brasileira. É verdadeiramente assustador”, disse, depois de um tempo em silêncio, Íbis Silva Pereira, coronel da Reserva Remunerada da Polícia Militar do Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete do Comando Geral e, por dois meses, Comandante da própria corporação.
“São pessoas que morreram para nos defender. Alguns criminosos? Sim, alguns criminosos. Mas estavam lá para nos defender”.Apesar de Etchegoyen criticar o “excesso” de produção acadêmica, ele parece não ter aproveitado a oportunidade de ler o que desconsidera e insiste em fórmulas velhas, comprovadamente sem resultado. Para o ministro, “a questão urbana do Rio de Janeiro” – claramente uma referência às favelas – “é uma das raízes do que a gente está vivendo”. E mais: “Eu tenho dúvida sobre o quanto a questão social é tão causa do que a gente vive. Pobreza não é propensão ao crime”. Vale lembrar que a “questão social” não se resume a pobreza, mas remete também ao acesso a direitos garantidos na Constituição – como educação e saúde – e também a serviços públicos como saneamento, coleta de lixo, eletricidade, outrora previstos no pacto da UPP Social e pouco executados.
Robson Rodrigues, que chegou a ser o número dois da Polícia Militar do Rio de Janeiro, ficou surpreso com a fala do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional. “Isso é uma democracia. Fariam isso [“coisas indesejáveis, inclusive injustiças”] na Vieira Souto? Na Delfim Moreira? Isso é um problema sério. Uma falsa interpretação adequada do contexto”, reitera. Rodrigues é formado em direito e doutorando em antropologia. Foi chefe do Estado Maior da PM e do Comando de Polícia Pacificadora.
Para Rodrigues, se as dissertações, evidências e inteligência que são produzidas pela Academia fossem utilizadas adequadamente, estaríamos numa situação melhor hoje. “O problema é quando há desvio político das ações que devem ser técnicas. E para serem técnicas precisam ter evidências. Você precisa trabalhar com uma análise muito racional desses fatos. Não adianta ir com emoções e com a força bruta”, reitera.
O Ministro do Tribunal de Contas da União João Augusto Ribeiro Nardes também não ficou para trás. Sem nenhum pudor relativizou crimes cometidos por policiais com uma naturalidade assustadora. “As polícias que nós temos são as que estão nos defendendo e nós temos que valorizá-las. Valorizar significa reconhecer. Punir quem tiver que punir. Responsabilizar quem tiver que ser responsabilizado”. E emendou: “São pessoas que morreram para nos defender. Alguns criminosos? Sim, alguns criminosos. Mas estavam lá para nos defender”. Por outro lado, disse: “Valorizar o bom policial é punir o mau policial. Não estou defendendo o mau policial. Pelo contrário”. Mais uma vez, isso casa com um discurso já conhecido, proferido por Beltrame: “Um tiro em Copacabana é uma coisa. Na Favela da Coreia é outra“.

“É uma fala de senso comum, punitivo. Ele reproduz o que pensa pelo menos 53% da população brasileira. Que defende que bandido bom é bandido morto e que pensa que polícia existe para confrontar o tráfico de drogas. A gente espera que uma autoridade desse nível tenha uma compreensão da realidade um pouco mais profunda. Eu fico muito estarrecido”, disse Coronel Íbis, ainda incrédulo.
Sem surpresas
“A pessoa mais moderada no grupo lá que discute a política é o Etchegoyen”, disse, sorrindo, Osmar Terra. O perfil da pessoa “mais moderada”, escritopor Lucas Figueiredo e publicado há um ano no The Intercept é estarrecedor. “Promovido por Dilma a chefe do Estado-Maior do Exército após chamar o trabalho da Comissão da Verdade de “leviano” e “patético” , ele foi nomeado por Temer como ministro-chefe do GSI, Etchegoyen é parte de um clã de militares radicais e de viés autoritário que há um século ocupa altos postos no Exército. Alcides Etchegoyen, seu avô, tentou impedir a posse do presidente Washington Luís em 1926. Depois, substituiu o nefasto Filinto Müller na chefia da Polícia do Distrito Federal, na ditadura do Estado Novo, em 1942, e fez parte do grupo que buscou a renúncia de Getúlio Vargas, em 1954.
Leo Etchegoyen, pai do ministro-chefe do GSI, comandou a Polícia do Rio Grande do Sul logo após o golpe de 1964, período em que recebeu Dan Mitrione, instrutor de tortura do governo norte-americano, para um “curso” na Guarda Civil do estado. O general Cyro Guedes Etchegoyen, tio do ministro Sérgio Etchegoyen, é apontado como responsável pela Casa da Morte, centro de tortura e eliminação de presos políticos que funcionou clandestinamente em Petrópolis (RJ) no período mais agudo da ditadura (lá, dissidentes eram mortos na pancada, com choques elétricos ou injeção para sacrificar cavalos)”.
Ou seja, temos um “caçador de comunistas” lidando com a política de segurança pública nacional.
Desprezo por dados e planejamento
Matéria publicada ontem no Jornal Extra analisou 11 ações implementadas para reforçar a segurança no Rio de Janeiro nos últimos 25 anos. Em apenas uma houve redução no número de roubos a pedestres, de veículos, de cargas e homicídios, os quatro indicadores criminais analisados para o levantamento. Nas demais, pelo menos a metade dos índices observados piorou. Nos maiores eventos ocorridos nesse período — a Copa do Mundo de 2014 (5300, incluindo o Espírito Santo) e a Olimpíada de 2016 (22 mil homens) —, todos os crimes apresentaram aumento.
Os investimentos para estes megaeventos custaram 316 milhões de reais. O Rio de Janeiro foi a cidade que mais recebeu recursos do Ministério da Justiça: em torno de R$ 108 milhões. Em 2014, o Exército ocupou a Maré e ali ficou por 15 meses. Foram 850 homens por turno, inicialmente com um gasto diário de 1.7 milhão. No total foram 559 milhões jogados fora. O tráfico resistiu, a UPP prometida nunca chegou, 27 militares foram feridos, nove pessoas morreram neste período, entre elas o sargento Michel Augusto Mikami, de 21 anos Soldados denunciaram más condições de trabalho.
A Secretaria de Segurança teve orçamento recorde no estado e ultrapassou o investido em Educação e Saúde. Foram 35 bilhões investidos de 2007 a junho de 2016. Ou seja: a falta de dinheiro pode piorar a situação hoje, mas não é responsável por ela. A falta de planejamento – outrora da Secretaria de Segurança Pública e Governo do Estado e agora da União – também são fatores determinantes.
Forças Armadas ocuparam a Maré por 15 meses. Foram 850 homens por turno, inicialmente com um gasto diário de 1.7 milhão.
Foto: AFP/Getty Images
Nada disso impede o investimento agora de 70 milhões por mês nesta operação das Forças Armadas no Rio até o fim do ano. Ao que os dados – desprezados pelos ministros – indicam, serão no mínimo mais 350 milhões no lixo. O que significa perdas ainda maiores, que poderiam ser usadas para pagar os salários atrasados dos servidores estaduais da segurança pública, pagar o combustível e manutenção das viaturas e helicópteros para patrulhamento. A polícia tem racionado até comida.
Coronel Ibis chama a atenção para o equívoco da política pública de segurança, que leva o estado do Rio a focar no varejo, colocando vidas de policiais e moradores de favelas em risco constante e desperdiçando recursos ao invés de trabalhar com inteligência e coordenação. “O proibicionismo é uma estupidez. E dentro dessa irracionalidade existe uma outra. Se vc pegar o total de apreensões de drogas feitas no estado entre 2010 e 2016 vai ver que a máquina de repressão do Rio está mal orientada. Isto porque 5% das apreensões correspondem a 80% da massa de substâncias ilícitas apreendidas. Isso significa que 95% correspondem a pequenas quantidades. Em 2015, foram mais de 28 mil registros. 50% corresponde a uma média de 10 gramas”, reitera ele, que diz: “Nós estamos movimentamos a máquina pública, até mesmo dentro da lógica do proibicionismo, de uma forma imbecil. Ao invés de direcionar para as grandes apreensões, a gente desperdiça recursos, materiais humanos, empurramos as polícias para dentro das favelas pra matar e morrer e para quê? Para apreender menos de 100 gramas”.
Ou seja, embora os ministros tenham sido unânimes em frisar que é preciso trabalhar com inteligência para enfrentar a escalada da violência no Rio, conhecimento e dados são desprezados. Etchegoyen disse que “não vamos ter um resultado definitivo de hoje para amanhã. Não vamos ter em um ano”. A falta de segurança é uma estratégia para quem vive de vender soluções. E exatamente por isso estamos na estaca zero. Pelo visto só vai melhorar se o carioca rezar. E muito.
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2015.05.01 16:28 FeGC Sistema judicial é racista (e sexista)

*Judiciário
Acho interessante que muitos são os que apontam o dado preocupante de que a proporção de negros e pardos é maior nas cadeias e prisões do que na sociedade como um todo.
De fato, o número é indício de que ou o sistema judiciário é racista ou negros são socialmente desfavorecidos.
Negros e pardos correspondem a basicamente 50% da população e uns 70% da população carcerária. Esta é a distorção. Porém, existe outra categoria da população onde essa distorção é ainda mais gritante. Homens também correspondem a 50% da população, mas a proporção deles em prisões é de absurdos 93%!
Das duas uma: a) ou a nossa sociedade prejudica o sexo masculino no que se refere à crimes (o homem cresce num ambiente que o leva ao crime) ou b) o homem é naturalmente mais propenso ao crime (e portanto o discurso de que homens e mulheres têm as mesmas capacidades cai por água) .
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